Janaina Torres Galeria no projeto P.ART.ILHA: sinergia pela arte

abril 29, 2020 | Notícias

p.art.ilha: ação#1: a cada aquisição de obras selecionadas no mês de maio, o colecionador ganha crédito de igual valor para obras da mesma galeria

A Janaina Torres Galeria se une a artistas, galerias e agentes culturais de várias cidades do país no projeto p.art.ilha, uma estratégia de fortalecimento do mercado de arte diante da crise do Covid-19, criando também uma rede de apoio à comunidades mais fragilizadas pelo momento. O projeto p.art.ilha busca sinergia com colecionadores privados e institucionais, além de sensibilizar novos públicos para a arte, através de ações coordenadas.

Estamos lançando p.art.ilha: ação#1, primeira iniciativa do grupo, evento ONLINE em que uma criteriosa seleção de obras está à venda com condições muito especiais: a cada aquisição durante o mês de maio, o colecionador ganhará um crédito de igual valor para novas aquisições de outros artistas da mesma galeria.

Janaina Torres Galeria na ação#1 p.art.ilha: veja seleção de obras aqui (pdf)

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Hy Brazil, de Daniel Jablonski: a cartografia do engano

abril 17, 2020 | Daniel Jablonski

Hy Brazil, de Daniel Jablonski: conjunto de trabalhos sobre um fantasma, uma ficção, um mito e um erro, a Ilha do Brasil

Hy Brazil, de Daniel Jablonski, é uma investigação sobre o erro, o engano e a ilusão. Em um conjunto de cinco obras, Jablonski toma por objeto uma ilha fantasma chamada “Brazil” (ou Hy Bressail, O’Brazil, Bracil, Bracir etc.) muito antes da descoberta das Américas. Situada próxima à costa da Irlanda, a Ilha do Brasil esteve presente em praticamente todos os mapas náuticos de 1325 a 1870, até ser finalmente descartada pela cartografia moderna. Nesse meio tempo, ocupou um lugar privilegiado no imaginário da era das navegações – na literatura, na escolástica, na mitologia e mesmo na ufologia – como um lugar maravilhoso, porém inalcançável.

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Cartography of deception: Hy Brazil, by Daniel Jablonski

abril 16, 2020 | Daniel Jablonski, English

Hy Brazil, by Daniel Jablonski: a set of works about a ghost, a fiction, a myth and an error, The Isle of Brazil.

Hy Brazil is an investigation about error, deception, delusion. In a set of five works, Brazilian artist Daniel Jablonski takes as its object a ghost island called “Brazil” (or Hy Bressail, O’Brazil, Bracil, Bracir etc.) long before the discovery of America. Usually located close to the coast of Ireland, it was virtually present in all nautical maps, from 1325 to 1870, until it was finally discarded by modern cartography. In the meantime, the isle of Brazil has occupied a privileged place in the imagination of the Age of Exploration and beyond – in literature, scholasticism, mythology and even ufology – as a wonderful but unreachable place.

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Por Um Fio: a imagem da travessia, de Helena Martins-Costa

abril 11, 2020 | Crítica, ensaio, Helena Martins-Costa

Videoinstalação Por Um Fio, de Helena Martins-Costa: travessia sob tensão

A vertigem provocada pelo ato de caminhar por um fio. A ideia da série Por Um Fio, de Helena Martins Costa, é extemporânea e universal, e ao mesmo tempo pungentemente atual. Evocando o risco, a beleza e a fé na capacidade humana de seguir sua travessia, Por Um Fio trabalha o limite, a situação extrema, onde um frágil equilíbrio sustenta algo que está à beira do abismo. A série compreende um conjunto de oito imagens fotográficas e uma vídeo-instalação.

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Fechamento temporário

março 18, 2020 | Notícias

** EM UM ESFORÇO para ajudar a conter a disseminação do coronavírus e priorizar a segurança de nossa equipe, artistas, visitantes e vizinhos, fecharemos temporariamente a galeria para o público em geral.

Suspenderemos, por enquanto, a abertura da mostra Organismo, de Ricardo Siri, anteriormente prevista para 19/03. Nas próximas semanas, receberemos visitantes apenas com hora marcada e iremos intensificar nossa conexão on-line nos meios digitais.

Acreditamos que a arte tem um papel inspirador e de fortalecimento dos laços comunitários e culturais, e que iremos todos emergir mais fortes e solidários após essa crise.

“Organismo”: sopro e expressão, na individual de Ricardo Siri

março 2, 2020 | Exposições, Ricardo Siri

Ricardo Siri, Casulo 02 (2020), concha e campana de trompete 40 x 13 x 9 cm

Hélio Oiticica queria que a obra de arte nascesse “apenas de um toque na matéria”, a partir de um sopro que a transforma em expressão: “um sopro interior, de plenitude cósmica”.

A plenos pulmões se manifesta a produção recente de Ricardo Siri, artista carioca que inaugura a individual Organismo, dia 19 de março, na Janaina Torres Galeria, em São Paulo.

Matéria e expressão ganham, com a mostra, uma plenitude inaudita no trabalho do artista. Nas obras de Organismo – esculturas, assemblages e um “ninho habitável”, feito de galhos de árvore, barro e som -, ecoam os gestos e registros do viver e do fazer artístico de Siri, em consonância e tensão com o momento da arte e do mundo atual.

Veja: obras de Organismo
Veja: página do artista

Ricardo Siri, War 2 (2020), Colmeia e cera de abelhas, 46 x 17 x 2.5 cm

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Announcing the representation of Ricardo Siri

março 1, 2020 | English, News, etc, Ricardo Siri

Ricardo Siri holds Casulo 01, sculpture made of clay, wax, bees’ nest, chicken feathers and branches

Sonic and visual artist, who lives and works in Rio de Janeiro, explores sound, objects and organic materials and makes his individual debut on March 19

São Paulo – Janaina Torres Galeria is pleased to announce the representation of Ricardo Siri (1974, RJ), a sonic and visual artist, whose work moves between sculpture, performance, installation, photography and video. The artist, who lives and works in the neighbourhood of Santa Teresa, in Rio de Janeiro, will debut his solo show at Janaina Torres Galeria on March 19.

Heir to an aesthetic that brings together elements ranging from surrealism to neoconcretism and immersive art, Siri is the creator of a poetics that unites art and life, where sounds and objects encompass concept, form and experience.

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Nova representação: Ricardo Siri na Janaina Torres Galeria

fevereiro 16, 2020 | Notícias, Ricardo Siri

Ricardo Siri segura Casulo 01, escultura feita de barro, cera, ninho de abelhas, penas de galinha e galhos

A Janaina Torres Galeria anuncia com prazer a representação de Ricardo Siri (1974, RJ), artista sonoro e visual, cujo trabalho transita entre a escultura, performance, instalação, fotografia e vídeo. O artista, que vive e trabalha no bairro de Santa Teresa, no Rio de Janeiro, estréia sua individual na Janaina Torres Galeria em 19 de março.

Artista múltiplo, herdeiro de uma estética que reúne elementos que vão do surrealismo ao neoconcretismo e arte imersiva, Siri é artífice de uma poética que une arte e vida, onde sons e objetos incorporam conceito, forma, experiência e sonoridade.

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Ricardo Siri: Instrumentos, formas, escalas, esculturas, escutas variáveis, palavras

fevereiro 15, 2020 | Crítica, ensaio, Ricardo Siri

O artista sonoro e visual Ricardo Siri

Por Ricardo Resende *

Para Walter Smetak, executar música é uma forma de loucura. **

Siri, apelido da época do colégio, músico que sempre estudou música, vive a música desde sempre. Trabalhou com música desde quando, ainda criança, tocava e tirava sons de latas. Qualquer uma que caísse em suas mãos se transformava em algo possível de extrair som.

A sua inteligência de inventar paisagens sonoras vem daí, dessa ludicidade de criança em criar com tudo que lhe despertasse a curiosidade provocada por qualquer som ou ritmo: a pronúncia das palavras, os sons emitidos pelos homens, pelos animais e dos elementos naturais do mundo, como a água e o vento no farfalhar das folhas das árvores e do mato.

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Daniel Jablonski: temática artística “em plena ebulição”

fevereiro 5, 2020 | Daniel Jablonski, Notícias

Daniel Jablonski: work in progress, residência na Fonderie Darling, em Montreal, no Canadá.

Daniel Jablonski está entre os 20 artistas para ficar de olho em 2020, pois “refletem temáticas artísticas em plena ebulição”, segundo pesquisa da SPArte, feita entre críticos e curadores. Apresentaremos um corpo de trabalhos inéditos do artista em stand solo na 16a edição da feira de arte de São Paulo, em abril, com curadoria de Alexia Tala.

Leia texto da SP-Arte sobre a escolha aqui.

O artista, que no momento faz residência na Fonderie Darling, em Montreal, no Canadá, é também destaque na revista internacional Ocula (leia aqui). “Suas obras são projetos de longo prazo, de formatos tão variados quanto palestras ou grandes instalações, que testam os limites da metodologia de pesquisa no dia a dia do artista, a fim de pensar livremente sobre questões estruturantes da vida em sociedade, da política e também dos afetos”, define a SP-Arte, justificando a escolha.

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Noites em Claro: o desafio ao tempo de Feco Hamburger

janeiro 23, 2020 | Crítica, ensaio, Exposições, Feco Hamburger

Obras da série Noites em Claro, de Feco Hamburger, que integram o acervo da Biblioteca Nacional da França

Noites em Claro, série de fotografias de Feco Hamburger, acaba de ter trabalhos incorporados à recém-inaugurada coleção de fotografia brasileira da Biblioteca Nacional da França (BnF). A coleção contempla trabalhos de fotógrafos como Sebastião Salgado, Miguel Rio Branco e Geraldo de Barros. Em um total de 40 fotografias, de raro impacto visual, Noites em Claro capta, em registros de longa exposição, o acúmulo da luz existente, mas não visível aos nossos olhos, em um único fotograma, imprimindo na película o registro do tempo – diferentemente do olhar humano, que registra senão instantâneos.

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ArtNexus: Andrey Zignnatto

janeiro 18, 2020 | Andrey Zignnatto, Crítica, ensaio, Exposições, Na mídia

Andrey Zignnatto, Fenda #2, 2018, Pigmento sobre papel de algodão, 55 x 70 cm

Xenia Bergman *

Desde o final do século passado, a arte não mais opera como uma janela para o mundo ou como reflexão de uma perspectiva emancipatória, mas como estratégia. No mundo contemporâneo, toda obra de arte – seja um objeto individual ou a exibição de um todo unitário – aponta para uma consciência histórica, um campo de batalha onde obras e espectadores são convidados para um jogo (de linguagem) cujas regras correntes, e a maneira em que elas são implementadas, são revisadas antecipadamente. Diante dessa perrrogativa, e entre os muitos receptores da mais recente exposição proposta por Andrey Zignnatto, na Janaina Torres Galeria, podemos nos perguntar: que mecanismos são ativados nessa exibição? Como ser um bom contribuinte?

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ARTE E CONVÍVIO, NOSSOS VOTOS PARA 2020

dezembro 18, 2019 | Notícias

Andrey Zignnatto, Sobre a Pele #8 (2019), Perez Art Museum Collection

ARTE E CONVÍVIO em 2020 são os nossos votos para amigos, artistas, colecionadores e amantes da arte. Estaremos em férias de 21 de dezembro a 5 de janeiro, reabrindo dia 6. Boas festas!

ART AND COEXISTENCE in 2020 are our wishes to friends, artists, collectors and art lovers. We will be on vacation from December 21, 2019 to January 5, 2020, reopening on 6. Happy Holidays!

A Noite dos Tempos, por Diógenes Moura

dezembro 1, 2019 | Crítica, ensaio, Exposições, Feco Hamburger

Fotografia da série Noites em Claro, de Feco Hamburger, em mostra na Pinacoteca do Estado, em São Paulo

Diógenes Moura

A ciência na busca de uma ação precisa na fotografia de Feco Hamburger é a de virar a noite pelo avesso, num desafio “irracional” de aproximar-se da natureza do tempo e, com isso, juntá-la à natureza do homem, para falar de um sistema comum aos dois, através de imagens noturnas de longa exposição. A partir desse sentido ele traz para fora do diafragma o “dia” que lá dentro a luz invisível a olhos nus revela, fotograma por fotograma. O resultado são imagens com intensa poesia, vindas de um mundo em silêncio; vindas das fases da lua que invocam noites “de sol” em paisagens bucólicas; vindas de uma geografia que recorta sistemas impensáveis; vindas de tensas metáforas em seus riscos de neon que tanto percebem a velocidade da imagem buscando a velocidade da luz, no meio da cidade adormecida.

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Preview: Janaina Torres Galeria na Pinta Miami 2019

novembro 27, 2019 | Andrey Zignnatto, Feco Hamburger, Sandra Mazzini, Stephan Doitschinoff

Anunciamos com prazer nossa participação na Pinta Miami 2019. Estaremos presentes com obras de Andrey Zignnatto, Feco Hamburger, Sandra Mazzini e Stephan Doitschinoff.

Andrey Zignnatto, Sem título ( da série Guilhotina ), 2019, Fatias de tijolos cerâmicos, cabo de aço de guilhotina, 120 x 50 x 20 cm

 

Andrey Zignnatto, Sem título ( da Série Manta ), Mini cobogó cerâmico, cimento, massa epoxi, ferro e cabo de aço, 2019, 70 x 60 x 12 cm

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Feco Hamburger e o tempo longo, por Tadeu Chiarelli

novembro 23, 2019 | Crítica, ensaio, Feco Hamburger

Noites em Claro, exposição de fotografias de Feco Hamburger na Pinacoteca do Estado

Tadeu Chiarelli

Em 2004, na individual que apresentou na Pinacoteca do Estado, intitulada “Noites em claro”, Feco Hamburger mostrou uma série de fotografias em que a questão central era o “tempo longo” dos astros celestiais, captados por meio de tomadas de longa exposição. Outra questão primordial nas fotos então exibidas – e que tanto surpreendeu e encantou o artista – foi a presença de uma luz misteriosa nas fotos, muito embora todas tivessem sido realizadas durante a noite.

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Feco Hamburger: “Eu vi um eclipse lunar durante o Kuarup, no Alto Xingu”

outubro 2, 2019 | Feco Hamburger, Notícias

Criador de universos paralelos, construídos, via de regra, a partir da fotografia, Feco Hamburger sente-se igualmente à vontade, em sua inquietude, em registros documentais.  Exemplo disso é a série de fotografias sobre a cerimônia do Kuarup, que Feco registrou durante uma expedição às aldeias Aldeia Kamaiurá, Yawalapiti e Amaru, em 2018, no Alto Xingu. Surpreendido por um eclipse lunar durante a cerimônia, Feco enxergou ali uma ponte entre o movimento do mundo, rituais ancestrais e os desafios atuais do que chamamos civilização. “O eclipse poderia ser apenas  uma evidência de que a Terra é redonda. Hoje, eu diria que o eclipse estava sinalizando os tempos sombrios que temos que enfrentar”, diz o artista, que detalha mais sobre essa experiência na entrevista a seguir.

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Preview: Janaina Torres Galeria na ArtRio 2019

setembro 9, 2019 | Andrey Zignnatto, Heleno Bernardi, Kika Levy, Luciana Magno, Stephan Doitschinoff

Anunciamos com prazer nossa participação na ArtRio 2019. Estaremos presentes com obras de Andrey Zignnatto, Heleno Bernardi, Kika Levy, Luciana Magno, Sandra Mazzini e Stephan Doitschinoff.

Andrey Zignnatto, Sem título #2, 2019, Bloco cerâmico, 60 x 60 x 20 cm

 

Andrey Zignnatto, Sem título ( da Série Guilhotina ), 2019, Fatias de tijolos cerâmicos e cabo de aço de guilhotina, 120 x 50 x 20 cm

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Um corpo na Amazônia: o tempo de Luciana Magno

agosto 21, 2019 | Crítica, ensaio, Feiras, Luciana Magno

Luciana Magno, Sem título (da Série Orgânicos), 2014, Pigmento sobre papel de algodão, 80 x 120 cm

Por Ubiratan Muarrek *

Se é verdade que, na arte, o tempo está sempre à espreita, podemos dizer que chegou a plenitude da hora do trabalho de Luciana Magno.

A Amazônia arde, o Brasil e o mundo derretem-se em conflitos, o clima entra em estado de selvageria e o movimento adverso global é sentido na pele por vastos segmentos de populações.

A geografia, a natureza, a cultura e o corpo, elementos centrais da obra dessa jovem artista paraense, retratam e refletem um estado de coisas que, partindo do elemento local – a floresta -, amplifica-se para as audiências – e consciências – de todo o planeta.

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Psicoativos, cultura e transcendência na arte de Stephan Doitschinoff

agosto 6, 2019 | Exposições, Notícias, Stephan Doitschinoff

Escultura que integra a instalação Interventu-Visão Remota: Morning Glory, relevo sobre livro de parafina

Uma reflexão cultural e estética sobre o papel e a influência de elementos psicoativos na cultura humana é traço marcante do trabalho de Stephan Doitschinoff. Obras que abordam essa temática poderão ser vistas na individual Estaremos Aqui Para Sempre, que a Janaina Torres Galeria exibe de 14 de agosto a 05 de outubro, em São Paulo.

Na instalação Interventu – Visão Remota, por exemplo, que integra a exposição, Ayahuasca, o cogumelo Psilocibe cubensis, o cactos Peyote (Lophophora williamsii) e a planta Morning Glory (Ipomoea) são esculpidos em parafina, como relevo de livros abertos e palmas da mão – uma alusão às origens milenares da relação entre psicoativos e os seres humanos, e também à presença intrínseca desses e outros elementos no cotidiano ainda  hoje, embora privados de aceitação institucional.

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Preview: Janaina Torres Galeria na SP-Foto 2019

agosto 3, 2019 | Feco Hamburger, Jordi Burch, Kitty Paranaguá, Luciana Magno, Pedro David

Anunciamos com prazer nossa participação na SP-Foto 2019, a maior feira de arte fotográfica da América Latina. Estaremos presentes com obras de Alex Sandro, Feco Hamburger, Kitty Paranaguá, Jordi Burch, Luciana Magno e Pedro David.

Kitty Paranaguá, Pequenas Infâmias I (da Série Pequenas Infâmias), 2013, Pigmento sobre papel de algodão, 100 x 75 cm

 

Kitty Paranaguá, Sem título (da Série Lavando a Alma), 2014, Pigmento sobre papel de algodão, 60 x 80 cm

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Pequenos Vestígios de Melancolia, na Funarte, em São Paulo

agosto 3, 2019 | Andrey Zignnatto, Crítica, ensaio, Daniel Jablonski, Exposições, Kitty Paranaguá, Pablo Ferretti, Renata Pelegrini

Andrey Zignnatto, Sem título (da Série Empilhamento), 2016, Tijolo baiano cerâmico amassado e empilhado sobre carrinho de mão, 70 x 55 x 130 cm

Por Cadu Gonçalves

Nos deparamos ao longo da história da arte com imagens que, de alguma maneira, perpassam os nossos sentidos e muitas vezes não conseguimos descrever. Como as imagens noturnas de seres solitários em bares e cafés de Edward Hopper ou os olhares perdidos e longínquos presentes em pinturas de Lucian Freud; imagens de paisagens melancólicas, resíduos ou ruínas, espaços deixados por uma ocupação recente ou distante cronologicamente, nos colocam como um narrador sem palavras do que aconteceu ali.

O recorte de Pequenos Vestígios de Melancolia, coletiva que ocupa as paredes da Funarte, em São Paulo,  compreende o trabalho de seis artistas, cujas obras de certo modo se valem de experiências residuais, seja na observação, seja na matéria. E esses vestígios, de alguma maneira, se mesclam ao entorno deste prédio, ao interior desta sala, que passam por um lento processo de abandono, um lugar em que as celebrações são também carregadas pelo peso da incerteza e da dúvida de seu prosseguimento.

Daniel Jablonski, Pergunte a seus vizinhos [São Paulo], 2016, Pigmento sobre papel de algodão, 66,5 x 100 cm

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O enigma artístico de Stephan Doitschinoff, por Daniel Rangel

agosto 3, 2019 | Crítica, ensaio, Exposições, Stephan Doitschinoff

Stephan Doitschinoff, Homem Apropriado, 2018, Grafite sobre papel, 122 x 75 cm (detalhe)

Por Daniel Rangel *

A trajetória artística de Stephan Doitschinoff, marcada por profundas imersões cíclicas, está vinculada às experiências pessoais vividas desde sua infância. Uma obra com influências formais da pop art e do surrealismo, que é estruturada por um vocabulário singular.

Stephan recorre a um léxico iconográfico particular inspirado em símbolos históricos, religiosos, políticos, filosóficos e ambientais, para conceber desenhos, pinturas, esculturas e instalações. Uma escrita visual carregada de significados criptografados por meio de uma literatura imagética fantástica acerca da contemporaneidade.

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Estaremos Aqui Para Sempre: individual de Stephan Doitschinoff

julho 13, 2019 | Exposições, Notícias, Stephan Doitschinoff

Stephan Doitschinoff, As Virtudes da Idolatria, 2018, Acrílica sobre tela, 231x194cm

Reflexões acerca de temas polêmicos e tão caros ao mundo atual, como colonialismo, democracia, pós-verdade e o papel das plantas psicoativas na sociedade contemporânea conduzem a obra de Stephan Doitschinoff. Autor de uma arte energética, ele estrutura seu trabalho em um sistema de símbolos autorais de narrativa singular, com desenhos, pinturas, esculturas, vídeos e instalações.

O artista, agora, abre as portas de seu universo onírico e convida o público a adentrá-las por meio da exposição Estaremos Aqui Para Sempre, individual exibida a partir de 14 de agosto, na Janaina Torres Galeria.

Com curadoria de Daniel Rangel, a mostra reúne um conjunto inédito de trabalhos produzidos por Doitschinoff nos últimos cinco anos. São obras que evidenciam sua intensa pesquisa sobre a sociedade contemporânea a partir de ícones e símbolos autorais e ainda elementos advindos de diversas culturas e religiões, como o catolicismo, a umbanda e o xamanismo.

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David Magila: Uma pintura feita de escombros e memórias

julho 1, 2019 | Crítica, ensaio, David Magila, Na mídia, Notícias

David Magila, Frequentes conclusões falsas 39, 2018, Acrílica, spray e lápis sobre tela, 150 x 200 cm

Por Maria Hirszman *

CARACTERÍSTICA MARCANTE da obra de David Magila, a simultaneidade parece ter efeito também sobre seu calendário. Com três exposições inaugurando uma após a outra no mês de maio de 2019, o artista faz uma entrada impactante na cena paulistana. São três espaços diferentes e com vocações distintas, nos quais expõe um leque amplo de trabalhos, quase todos inéditos, que conjuntamente compõem um panorama bastante abrangente das principais questões que o motivam.

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David Magila – Cadeiras, mesas, telhas e tijolos: fragmentos de uma imagem-paisagem em suspensão

maio 28, 2019 | Crítica, ensaio, David Magila

Frequentes conclusões falsas 40, 2019, Acrílica, spray e lápis sobre tela, 150 x 200 cm

Por Taisa Palhares

Em sua primeira exposição na Janaina Torres Galeria, David Magila apresenta trabalhos inéditos em pintura e escultura que o apontam como um dos artistas mais promissores de sua geração. Formado em artes visuais, Magila possui um conhecimento técnico que propiciou que se dedicasse, por um bom tempo, à comunicação visual. Sua produção atual transparece o domínio conquistado com essa experiência, que agora é colocada a serviço do amadurecimento de uma poética híbrida, na qual desenho, pintura, fotografia e escultura dão vazão a composições ao mesmo tempo despojadas e complexas. Logo, em primeiro lugar, há um caráter afirmativo nessa produção mais recente, que diz respeito à maturidade alcançada.

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A estética do abandono, de David Magila, na Janaina Torres Galeria

maio 4, 2019 | David Magila, Exposições, Notícias

David Magila, Frequentes conclusões falsas 48, 2019, acrílica e spray s/tela, 150×240 cm

EM SUA PRIMEIRA INDIVIDUAL NA GALERIA, O ARTISTA EXIBE O RESULTADO DE SUA PESQUISA EM LOCAIS ISOLADOS E REMOTOS, EM PINTURAS E ESCULTURAS

Cada artista encontra sua própria “natureza” e faz dela o motivo da sua arte. Para David Magila, que expõe Frequentes Conclusões Falsas, sua primeira individual na Janaina Torres Galeria, com abertura em 29 de maio, a natureza é composta de paisagens suburbanas, clubes de campo fora de temporada, balneários de férias e outras paragens remotas e isoladas nas quais o artista faz seu trabalho de campo.

Nas oito pinturas e três esculturas que compõem a mostra, David Magila exibe o resultado de um trabalho que, partindo do desenho e em um estilo baseado em componentes gráficos, exibe os fragmentos de uma estética do esvaziamento e do abandono.

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Preview: Janaina Torres Galeria na SP-Arte 2019

março 24, 2019 | Andrey Zignnatto, Daniel Jablonski, David Magila, Feco Hamburger, Heleno Bernardi, Sandra Mazzini, Stephan Doitschinoff

Andrey Zignnatto, Tapete de Orações #2, 2019, Papel de saco de cimento e tapeçaria, 146x100cm

ANUNCIAMOS com prazer nossa participação na SP-Arte 2019, a maior feira de arte contemporânea da América Latina, com uma seleção de trabalhos de Andrey Zignnatto, Daniel Jablonski, David Magila, Feco Hamburger, Heleno Bernardi, Pablo Ferretti, Pedro David, Sandra Mazzini e Stephan Doitschinoff. A feira acontece de 3 a 7 de abril, no Pavilhão da Bienal, no Ibirapuera, em São Paulo. Estaremos no Stand A12. Veja a seguir obras selecionadas.

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Sandra Mazzini expõe “Paisagens Expandidas” em Brasília

março 23, 2019 | Exposições, Notícias, Sandra Mazzini

Sandra Mazzini, Floresta com Rio, 2018, Óleo sobre tela, 150x270cm

Futuro e passado, tecnologia e toque humano, abstração a partir de imagens muito nítidas. Os contrastes são a principal marca da obra da artista plástica Sandra Mazzini, que inaugura dia 2 de abril “Paisagens Expandidas”, sua primeira exposição em Brasília. Realizada pela Galeria Janaína Torres, a mostra acontecerá no Museu Nacional da República Honestino Guimarães, na Galeria Térrea. São 13 obras, produzidas entre 2016 e 2018, selecionadas pela curadora Denise Mattar, onde a natureza tem papel de destaque.

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Reforma: canteiro de obras, o mundo em construção de Andrey Zignnatto

março 11, 2019 | Andrey Zignnatto, Exposições, Notícias

Andrey Zignnatto, De todas, uma mesma terra (detalhe), 2016-18, tijolo de barro e pallet de madeira, 120 x 100 x 15 cm

Em Reforma: canteiro de obras, o artista expõe um recorte de sua produção mais recente, com trabalhos realizados no Brasil, Peru e Emirados Árabes.

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Aos Moraleidas vivos

fevereiro 12, 2019 | Crítica, ensaio, Exposições, Pedro Moraleida

Pedro Moraleida, Série Faça você mesmo sua capela sistina, Sub-série Germânica, Ich will doch nur dass ihr mich liebt!!! (Eu só quero que você me ame!!!), acrílica sobre tecido e papel

A força e a importância da obra do mineiro Pedro Moraleida, falecido precocemente aos 22 anos de idade, em 1999, ganham sua merecida atenção e repercussão para um público mais amplo com a exposição “Canção do Sangue Fervente”, que o Instituto Tomie Othake exibe até 17 de fevereiro, em São Paulo, sob curadoria de Paulo Miyada. Felipe Molitor recupera no texto que segue a trajetória de uma obra que ocupa lugar cativo entre as maiores produções artísticas brasileiras do final do século passado. 

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Nova Representação: Stephan Doitschinoff

fevereiro 12, 2019 | Notícias, Stephan Doitschinoff

Stephan Doitschinoff, O Diabo (Busto), 2015, acrílica sobre tela, 200 x 300 cm

A Janaina Torres Galeria tem o prazer de anunciar a representação de Stephan Doitschinoff, uma parceria que marca o retorno do artista ao circuito de galerias no Brasil e feiras de arte. Stephan Doitschinoff tem uma produção artística no campo da pintura, escultura, vídeo, instalações e performance; nos anos recentes, o artista tem se dedicado à criação e ao desenvolvimento do projeto Cvlto do Fvtvrv.

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Coletiva 2019: novos diálogos, novas leituras

fevereiro 7, 2019 | Andrey Zignnatto, Exposições, Gabriel Pitan Garcia, Heleno Bernardi, Kika Levy, Marcus André, Notícias, Pablo Ferretti, Renata Pelegrini, Talitha Rossi

Vista das pinturas de Heleno Bernardi

Iniciamos nosso calendário de exposições de 2019 com uma seleção de obras do nosso acervo, incluindo trabalhos inéditos de nossos artistas. Obras de Andrey Zignnatto, Gabriel Pitan Garcia, Heleno Bernardi, Kika Levy, Marcus André,  Pablo Ferretti, Pedro David, Renata Pelegrini e Talitha Rossi são apresentadas em um diálogo envolvente, propiciando novas leituras. A mostra será inaugurada dia 13 de fevereiro e fica em cartaz até 01 de março.

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No ateliê: Sandra Mazzini

janeiro 30, 2019 | Ateliê, Sandra Mazzini

Pintura em execução de Sandra Mazzini, no novo ateliê da artista, em São Paulo

O espaço de trabalho é importante para um artista? Tem relação direta com o resultado? No caso de Sandra Mazzini, que em meados do ano passado trocou um espaço coletivo na Unesp, na Barra Funda, por um ateliê individual na Pompéia, também em São Paulo, a resposta é sim. Se, na visão dela, tantos artistas trabalham na rua ou vivenciam imersões na relação entre as pessoas, coletando objetos ou escrevendo, para Sandra o ato de dirigir-se à solidão (relativa) de um ateliê é fundamental. “Na minha prática, identifico a necessidade de um espaço onde se centraliza a prática, reflexão e depuração da pintura”, diz a artista, cercada de telas e plantas, nessa entrevista em que explora a relação do local de produção da sua arte com o resultado pretendido – pinturas que oscilam entre o deslumbre visual e a milimétrica composição racional.

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Andrey Zignnatto: choque de culturas nos Emirados Árabes

janeiro 11, 2019 | Andrey Zignnatto, Exposições, Notícias

A cultura islâmica como referência e a expansão de visões artísticas e a convergência de culturas. Essa é a ideia curatorial da mostra Horizon, promovida no Sharjah Islamic Arts Festival (SIAF), que acontece nos Emirados Árabes Unidos (até 19 de janeiro). Esse é o contexto do trabalho Massa Preta, exibido por Andrey Zignnatto, único artista brasileiros entre os 40 participantes de 23 países que exibiram trabalhos em Horizon.

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Preview: Janaina Torres Galeria na Pinta Miami 2018

novembro 27, 2018 | Feiras, Luciana Magno, Notícias, Talitha Rossi

É COM IMENSO PRAZER que anunciamos nossa estréia na semana de arte de Miami, com participação na Pinta Miami – Crossing Cultures, feira de arte contemporânea que acontece entre 5 e 9 de dezembro, em Mana Wynwood. Participamos da Brazilian Section, com trabalhos de Talitha Rossi e Luciana Magno, que exibem foto performances de raro impacto visual, com curadoria de Mario Gioia. Veja aqui o preview de nosso stand.

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Estamos na Artsy. Welcome all!

novembro 24, 2018 | Notícias

Anunciamos com prazer a entrada da Janaina Torres Galeria na Artsy, a plataforma global de arte contemporânea que reúne galerias, artistas, colecionadores, instituições e amantes da arte no mundo todo.

Na nossa página na plataforma (artsy.net/janaina-torres-galeria) o usuário irá encontrar a versão internacional da nossa presença online, com catálogo de artistas representados e respectivas obras, além de nossas participações em feiras no Brasil e no exterior.

Um blog em inglês irá expandir o alcance de conteúdos exclusivos produzidos pelo nosso staff sobre nossos artistas e exposições, reunindo entrevistas, notícias, crítica e análises curatoriais.

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Janaina Torres leva diversidade contemporânea brasileira à Pinta Miami

novembro 22, 2018 | Feiras, Luciana Magno, Notícias, Sem categoria, Talitha Rossi

O som do narciso #2, 2016, Pigmento sobre papel de algodão, 16 x 28 cm

É COM IMENSO PRAZER que anunciamos nossa estréia na semana de arte de Miami, com participação na Pinta Miami – Crossing Cultures, feira de arte contemporânea que acontece entre 5 e 9 de dezembro, em Mana Wynwood. Participamos da Pinta Miami na Brazilian Section, com trabalhos de Talitha Rossi e Luciana Magno, que exibem foto performances com curadoria de Mario Gioia. Um retrato (ou auto-retrato) da produção contemporânea brasileira, a partir de duas jovens artistas com pontos de vista diversos e a partir de localizações distintas é o elemento norteador da curadoria do nosso stand na Pinta Miami.

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O artista como “caso de estudo”: entrevista com Daniel Jablonski

outubro 31, 2018 | Daniel Jablonski, Entrevista, Exposições, Na mídia

O artista Daniel Jablonski, na montagem da instalação As Coisas, em cartaz na Janaina Torres Galeria

Daniel Jablonski vem trilhando uma trajetória singular entre os artistas da novíssima geração da arte brasileira: parte da teoria para a prática artística, a partir de sua própria história pessoal. Em estudos de caso “de si mesmo”, Jablonski flerta com práticas que vão do surrealismo, colagem, instalação, fotografia, performance  e arte conceitual, unindo “coisas mentais” a um raro senso estético e apuro formal. Nesta entrevista, concedida a Leandro Muniz para ao site da Pivô, que abrigou Jablonski em um programa de residência artística para a composição da obra As Coisas (atualmente em exibição na Janaina Torres Galeria), o artista fala sobre sua singular junção de teoria e prática artística.

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A história de uma vida em As Coisas, de Daniel Jablonski

outubro 5, 2018 | Daniel Jablonski, Exposições, Notícias

Objetos repertoriados na instalação As Coisas, de Daniel Jablonski

Contar a história de uma vida a partir dos objetos acumulados ao longo dos anos é o mote da exposição AS COISAS, do artista Daniel Jablonski, que fica em cartaz de 17 de outubro a 15 de dezembro, na Janaina Torres Galeria, em São Paulo. O artista apresenta o resultado de uma longa pesquisa, iniciada em 2017, e parcialmente desenvolvida em residência de seis meses no Programa Pivô Pesquisa 2018, também em São Paulo.

Com interlocução do curador Leonardo Araujo Beserra, a obra pretende reconstituir — de forma quase detetivesca — a cronologia dos 33 anos de vida do artista, a partir de sua dimensão em aparência mais contingente: a de seus resíduos materiais.

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Mitologias do Brasil e da Internet, em Hy Brazil, de Daniel Jablonski

setembro 16, 2018 | Crítica, ensaio, Daniel Jablonski

Políptico Hy Brazil, de Daniel Jablonski: seis fotografias impressas em metacrilato a partir de captura de telas de computador

Em Hy Brazil, uma obra inédita, Daniel Jablonski investiga as narrativas por trás de uma ilha fantasma situada na costa da Irlanda. Chamada Brazil (ou Hy Bressail, O’Brazil, Brazil, Bracil, Bracir, entre outras variantes) muito antes da descoberta do país sul-americano, a ilha esteve presente em praticamente todos os mapas náuticos entre 1325 a 1870. Foi apenas no fim do século 19, após inúmeras tentativas frustradas de encontrá-la, que a cartografia moderna determinou que ela havia sido confundida com um simples rochedo presente naquela região.

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Preview: Janaina Torres Galeria na ArtRio 2018

setembro 14, 2018 | Andrey Zignnatto, Daniel Jablonski, David Magila, Feco Hamburger, Feiras, Heleno Bernardi, Notícias, Pablo Ferretti, Sandra Mazzini

Apresentamos com prazer um preview de nossa seleção de artistas e obras para nossa primeira participação na ArtRio 2018. A feira acontece na Marina da Glória, no Rio de Janeiro, entre 26 ( para convidados ) e 30 de setembro. Estamos no stand V7. Aproximem-se.

Sandra Mazzini

Sandra Mazzini, Sem título, 2018, Óleo sobre tela, 165 x 180 cm

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Luciana Magno: um corpo movente na Amazônia (vídeo)

agosto 18, 2018 | Crítica, ensaio, Feiras, Luciana Magno, Notícias, vídeos

Luciana Magno, still do vídeo Transamazônica-Altamira, 2014, 1´11″

Apresentamos com imenso prazer na SP-Arte/Foto  2018, em foto e vídeo, trabalhos da série Orgânicos, da jovem artista paraense Luciana Magno (1987). Com pesquisa focada no corpo e em ações performáticas, Luciana aborda questões políticas, sociais e antropológicas, relacionadas ao impacto do desenvolvimento da região amazônica, com imenso requinte visual e aparato cultural e simbólico. A integração do corpo à paisagem e ao entorno é um elemento determinante e recorrente em suas obras, estabelecendo um olhar crítico e poético acerca da cultura, história e política.

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Negro, um ensaio fotográfico: o registro seminal de Iatã Cannabrava

agosto 4, 2018 | Exposições, Feiras, Notícias

Iatã Cannabrava, sem título, pigmento sobre papel fotográfico, 30 x 40 cm

Nos 130 anos da abolição da escravatura no Brasil, apresentamos na SP-Arte/Foto 2018 Negro, um ensaio fotográfico, registro seminal de Iatã Cannabrava. Originalmente produzida em 1988, a série foi vencedora do prêmio Marc Ferrez, cujo tema, na época, evidenciava o centenário da abolição. 

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Preview: Janaina Torres Galeria na SP-Arte/Foto 2018

agosto 4, 2018 | Daniel Jablonski, Exposições, Feco Hamburger, Feiras, Jordi Burch, Kitty Paranaguá, Notícias, Pedro David, Talitha Rossi

Apresentamos com prazer um preview de nossa seleção de artistas e obras para a 12a edição da SP-Arte/Foto 2018, no Shopping JK Iguatemi, em São Paulo, entre 22 (para convidados) e 26 de agosto. Estamos no stand B12. Aproximem-se.

Daniel Jablonski, O Sono Louco – Quem vigia o vigia, 2016, Pigmento sobre papel de algodão, 30 x 43 cm (cada)

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Feco Hamburger e o desafio ao Homo Deus

agosto 3, 2018 | Entrevista, Feco Hamburger, Feiras

Escotilha 1, 2018, Pigmento sobre papel de algodão, 100 x 80 cm

“No entanto, se move” – eppur si muove – é a frase polêmica com a qual Galileu Galilei renegou a visão heliocêntrica do mundo perante o tribunal de Inquisição. Quatro séculos depois, é também o título da nova série de imagens produzidas por Feco Hamburger, que a Janaina Torres Galeria mostrará com exclusividade na SP-Arte/Foto 2018, de 23 a 26 de agosto (stand  B12).  Herético, Feco desafia os limites da fotografia e da representação, criando universos paralelos construídos a partir de mecanismos de precisão, como ele diz. Refaz assim o imaginário do nosso tempo, desafiando o determinismo tecnológico que anuncia o Homo Deus. Conversamos com Feco Hamburger sobre o movimento do mundo – que, sim, ainda se move, no seu entender.

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A aventura da fotografia, na exposição furo, de Jordi Burch

julho 31, 2018 | Exposições, Jordi Burch, Notícias

Sem título, 2017, Pigmento sobre papel de algodão, 100 x 70 cm

Na exposição Furo, artista volta-se à investigação da linguagem fotográfica; registros tomam o próprio suporte como tema

O artista Jordi Burch fotografa. Seus registros não apenas refletem o esgotamento da estética realista, pautada pela ideia de representação, mas revelam a importância do processo e do gesto na produção de imagens. Em Furo, exposição individual que apresenta entre 16 de agosto e 02 de outubro na Janaina Torres Galeria, o fotógrafo português se aventura em um percurso investigativo pela linguagem fotográfica.

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A pintura aberta e incontrolável de Pablo Ferretti

julho 21, 2018 | Entrevista, Pablo Ferretti

Entre o onírico e o real encontramos as telas de Pablo Ferretti, artista nascido em 1974, em Porto Alegre, que reside no Rio de Janeiro e trilhou sua formação na Inglaterra, com mestrado no Royal College of Art, em Londres, e uma experiência de trabalho na mítica National Gallery. No seu caso, não se trata de uma biografia formal. Dono de um vocabulário pictórico culto, o trabalho de Ferretti transpira a sofisticação adquirida – e os estados de ânimo, eventualmente – do convívio com Turner e outros mestres. Que serviria de muito pouco sem a liberdade e a coragem de trilhar um caminho próprio e estimulante em pintura, como se apreende na entrevista com Ferretti, que apresentamos a seguir.

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Andrey Zignnatto e Pedro David: novas representações

junho 30, 2018 | Andrey Zignnatto, Notícias, Pedro David

A Janaina Torres Galeria anuncia com prazer a representação dos artistas Andrey Zignnatto e Pedro David. Dois nomes relevantes da arte contemporânea brasileira que reforçam a proposta da galeria de trabalhar com artistas que reúnem inquietude e consistência, aliadas à elaboração temática e formal. Andrey Zignnatto deverá expor sua primeira individual na galeria em 2019. Pedro David participa com a série inédita Sobre Experiência ou o que Não Pode Ser Apagado na SP-Arte Foto 2018, de 22 a 26 de agosto, no Shopping JK, em São Paulo.

Andrey Zignnatto

Andrey Zignnatto, Monumentos (2018), parte da exposição Territórios Forjados, galeria IK Projects, Lima – Peru

Andrey Zignnatto nasceu em 1981, em Jundiaí, interior de São Paulo, onde reside. Artista autodidata, trabalha entre São Paulo e Jundiaí. Zignnatto constrói e rearticula elementos do cotidiano em relação aos espaços em que estão inseridos, promovendo discussões profundas sobre o papel do artista, da arte e do espectador na construção e reprodução do sistema de arte e cultura.

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A arte como insurreição, por Pedro David

junho 23, 2018 | Entrevista, Pedro David

Pedro David, Sobre Experiência, ou o que Não Pode Ser Apagado, in progress, 40×50 cm

O mineiro Pedro David vive na metade do mundo “que foi eleita para ser fonte de recursos para a outra metade” – e faz disso o elemento central de uma experiência estética marcante entre os artistas de sua geração. Unindo estética e política, David parte do local para atingir questões centrais não apenas da arte, mas do mundo globalizado. Intimidade, entorno, experiência, natureza, deslocamento, precariedade, comunidade, destruição, cicatrizes – é amplo o leque de temas tratados a partir da fotografia, da escultura e, agora, dos bordados sobre papel fotográfico que levam sua arte a novas dimensões. Nesta entrevista, Pedro David nos conta como é estar na periferia de Belo Horizonte e no mundo – e das possibilidades que enxerga na arte de criar uma “rede de subversão”.

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Janaina Torres Galeria no projeto P.ART.ILHA: sinergia pela arte

abril 29, 2020 | Notícias

p.art.ilha: ação#1: a cada aquisição de obras selecionadas no mês de maio, o colecionador ganha crédito de igual valor para obras da mesma galeria

A Janaina Torres Galeria se une a artistas, galerias e agentes culturais de várias cidades do país no projeto p.art.ilha, uma estratégia de fortalecimento do mercado de arte diante da crise do Covid-19, criando também uma rede de apoio à comunidades mais fragilizadas pelo momento. O projeto p.art.ilha busca sinergia com colecionadores privados e institucionais, além de sensibilizar novos públicos para a arte, através de ações coordenadas.

Estamos lançando p.art.ilha: ação#1, primeira iniciativa do grupo, evento ONLINE em que uma criteriosa seleção de obras está à venda com condições muito especiais: a cada aquisição durante o mês de maio, o colecionador ganhará um crédito de igual valor para novas aquisições de outros artistas da mesma galeria.

Janaina Torres Galeria na ação#1 p.art.ilha: veja seleção de obras aqui (pdf)

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Hy Brazil, de Daniel Jablonski: a cartografia do engano

abril 17, 2020 | Daniel Jablonski

Hy Brazil, de Daniel Jablonski: conjunto de trabalhos sobre um fantasma, uma ficção, um mito e um erro, a Ilha do Brasil

Hy Brazil, de Daniel Jablonski, é uma investigação sobre o erro, o engano e a ilusão. Em um conjunto de cinco obras, Jablonski toma por objeto uma ilha fantasma chamada “Brazil” (ou Hy Bressail, O’Brazil, Bracil, Bracir etc.) muito antes da descoberta das Américas. Situada próxima à costa da Irlanda, a Ilha do Brasil esteve presente em praticamente todos os mapas náuticos de 1325 a 1870, até ser finalmente descartada pela cartografia moderna. Nesse meio tempo, ocupou um lugar privilegiado no imaginário da era das navegações – na literatura, na escolástica, na mitologia e mesmo na ufologia – como um lugar maravilhoso, porém inalcançável.

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Cartography of deception: Hy Brazil, by Daniel Jablonski

abril 16, 2020 | Daniel Jablonski, English

Hy Brazil, by Daniel Jablonski: a set of works about a ghost, a fiction, a myth and an error, The Isle of Brazil.

Hy Brazil is an investigation about error, deception, delusion. In a set of five works, Brazilian artist Daniel Jablonski takes as its object a ghost island called “Brazil” (or Hy Bressail, O’Brazil, Bracil, Bracir etc.) long before the discovery of America. Usually located close to the coast of Ireland, it was virtually present in all nautical maps, from 1325 to 1870, until it was finally discarded by modern cartography. In the meantime, the isle of Brazil has occupied a privileged place in the imagination of the Age of Exploration and beyond – in literature, scholasticism, mythology and even ufology – as a wonderful but unreachable place.

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Por Um Fio: a imagem da travessia, de Helena Martins-Costa

abril 11, 2020 | Crítica, ensaio, Helena Martins-Costa

Videoinstalação Por Um Fio, de Helena Martins-Costa: travessia sob tensão

A vertigem provocada pelo ato de caminhar por um fio. A ideia da série Por Um Fio, de Helena Martins Costa, é extemporânea e universal, e ao mesmo tempo pungentemente atual. Evocando o risco, a beleza e a fé na capacidade humana de seguir sua travessia, Por Um Fio trabalha o limite, a situação extrema, onde um frágil equilíbrio sustenta algo que está à beira do abismo. A série compreende um conjunto de oito imagens fotográficas e uma vídeo-instalação.

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Fechamento temporário

março 18, 2020 | Notícias

** EM UM ESFORÇO para ajudar a conter a disseminação do coronavírus e priorizar a segurança de nossa equipe, artistas, visitantes e vizinhos, fecharemos temporariamente a galeria para o público em geral.

Suspenderemos, por enquanto, a abertura da mostra Organismo, de Ricardo Siri, anteriormente prevista para 19/03. Nas próximas semanas, receberemos visitantes apenas com hora marcada e iremos intensificar nossa conexão on-line nos meios digitais.

Acreditamos que a arte tem um papel inspirador e de fortalecimento dos laços comunitários e culturais, e que iremos todos emergir mais fortes e solidários após essa crise.

“Organismo”: sopro e expressão, na individual de Ricardo Siri

março 2, 2020 | Exposições, Ricardo Siri

Ricardo Siri, Casulo 02 (2020), concha e campana de trompete 40 x 13 x 9 cm

Hélio Oiticica queria que a obra de arte nascesse “apenas de um toque na matéria”, a partir de um sopro que a transforma em expressão: “um sopro interior, de plenitude cósmica”.

A plenos pulmões se manifesta a produção recente de Ricardo Siri, artista carioca que inaugura a individual Organismo, dia 19 de março, na Janaina Torres Galeria, em São Paulo.

Matéria e expressão ganham, com a mostra, uma plenitude inaudita no trabalho do artista. Nas obras de Organismo – esculturas, assemblages e um “ninho habitável”, feito de galhos de árvore, barro e som -, ecoam os gestos e registros do viver e do fazer artístico de Siri, em consonância e tensão com o momento da arte e do mundo atual.

Veja: obras de Organismo
Veja: página do artista

Ricardo Siri, War 2 (2020), Colmeia e cera de abelhas, 46 x 17 x 2.5 cm

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Announcing the representation of Ricardo Siri

março 1, 2020 | English, News, etc, Ricardo Siri

Ricardo Siri holds Casulo 01, sculpture made of clay, wax, bees’ nest, chicken feathers and branches

Sonic and visual artist, who lives and works in Rio de Janeiro, explores sound, objects and organic materials and makes his individual debut on March 19

São Paulo – Janaina Torres Galeria is pleased to announce the representation of Ricardo Siri (1974, RJ), a sonic and visual artist, whose work moves between sculpture, performance, installation, photography and video. The artist, who lives and works in the neighbourhood of Santa Teresa, in Rio de Janeiro, will debut his solo show at Janaina Torres Galeria on March 19.

Heir to an aesthetic that brings together elements ranging from surrealism to neoconcretism and immersive art, Siri is the creator of a poetics that unites art and life, where sounds and objects encompass concept, form and experience.

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Nova representação: Ricardo Siri na Janaina Torres Galeria

fevereiro 16, 2020 | Notícias, Ricardo Siri

Ricardo Siri segura Casulo 01, escultura feita de barro, cera, ninho de abelhas, penas de galinha e galhos

A Janaina Torres Galeria anuncia com prazer a representação de Ricardo Siri (1974, RJ), artista sonoro e visual, cujo trabalho transita entre a escultura, performance, instalação, fotografia e vídeo. O artista, que vive e trabalha no bairro de Santa Teresa, no Rio de Janeiro, estréia sua individual na Janaina Torres Galeria em 19 de março.

Artista múltiplo, herdeiro de uma estética que reúne elementos que vão do surrealismo ao neoconcretismo e arte imersiva, Siri é artífice de uma poética que une arte e vida, onde sons e objetos incorporam conceito, forma, experiência e sonoridade.

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Ricardo Siri: Instrumentos, formas, escalas, esculturas, escutas variáveis, palavras

fevereiro 15, 2020 | Crítica, ensaio, Ricardo Siri

O artista sonoro e visual Ricardo Siri

Por Ricardo Resende *

Para Walter Smetak, executar música é uma forma de loucura. **

Siri, apelido da época do colégio, músico que sempre estudou música, vive a música desde sempre. Trabalhou com música desde quando, ainda criança, tocava e tirava sons de latas. Qualquer uma que caísse em suas mãos se transformava em algo possível de extrair som.

A sua inteligência de inventar paisagens sonoras vem daí, dessa ludicidade de criança em criar com tudo que lhe despertasse a curiosidade provocada por qualquer som ou ritmo: a pronúncia das palavras, os sons emitidos pelos homens, pelos animais e dos elementos naturais do mundo, como a água e o vento no farfalhar das folhas das árvores e do mato.

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Daniel Jablonski: temática artística “em plena ebulição”

fevereiro 5, 2020 | Daniel Jablonski, Notícias

Daniel Jablonski: work in progress, residência na Fonderie Darling, em Montreal, no Canadá.

Daniel Jablonski está entre os 20 artistas para ficar de olho em 2020, pois “refletem temáticas artísticas em plena ebulição”, segundo pesquisa da SPArte, feita entre críticos e curadores. Apresentaremos um corpo de trabalhos inéditos do artista em stand solo na 16a edição da feira de arte de São Paulo, em abril, com curadoria de Alexia Tala.

Leia texto da SP-Arte sobre a escolha aqui.

O artista, que no momento faz residência na Fonderie Darling, em Montreal, no Canadá, é também destaque na revista internacional Ocula (leia aqui). “Suas obras são projetos de longo prazo, de formatos tão variados quanto palestras ou grandes instalações, que testam os limites da metodologia de pesquisa no dia a dia do artista, a fim de pensar livremente sobre questões estruturantes da vida em sociedade, da política e também dos afetos”, define a SP-Arte, justificando a escolha.

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Noites em Claro: o desafio ao tempo de Feco Hamburger

janeiro 23, 2020 | Crítica, ensaio, Exposições, Feco Hamburger

Obras da série Noites em Claro, de Feco Hamburger, que integram o acervo da Biblioteca Nacional da França

Noites em Claro, série de fotografias de Feco Hamburger, acaba de ter trabalhos incorporados à recém-inaugurada coleção de fotografia brasileira da Biblioteca Nacional da França (BnF). A coleção contempla trabalhos de fotógrafos como Sebastião Salgado, Miguel Rio Branco e Geraldo de Barros. Em um total de 40 fotografias, de raro impacto visual, Noites em Claro capta, em registros de longa exposição, o acúmulo da luz existente, mas não visível aos nossos olhos, em um único fotograma, imprimindo na película o registro do tempo – diferentemente do olhar humano, que registra senão instantâneos.

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ArtNexus: Andrey Zignnatto

janeiro 18, 2020 | Andrey Zignnatto, Crítica, ensaio, Exposições, Na mídia

Andrey Zignnatto, Fenda #2, 2018, Pigmento sobre papel de algodão, 55 x 70 cm

Xenia Bergman *

Desde o final do século passado, a arte não mais opera como uma janela para o mundo ou como reflexão de uma perspectiva emancipatória, mas como estratégia. No mundo contemporâneo, toda obra de arte – seja um objeto individual ou a exibição de um todo unitário – aponta para uma consciência histórica, um campo de batalha onde obras e espectadores são convidados para um jogo (de linguagem) cujas regras correntes, e a maneira em que elas são implementadas, são revisadas antecipadamente. Diante dessa perrrogativa, e entre os muitos receptores da mais recente exposição proposta por Andrey Zignnatto, na Janaina Torres Galeria, podemos nos perguntar: que mecanismos são ativados nessa exibição? Como ser um bom contribuinte?

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ARTE E CONVÍVIO, NOSSOS VOTOS PARA 2020

dezembro 18, 2019 | Notícias

Andrey Zignnatto, Sobre a Pele #8 (2019), Perez Art Museum Collection

ARTE E CONVÍVIO em 2020 são os nossos votos para amigos, artistas, colecionadores e amantes da arte. Estaremos em férias de 21 de dezembro a 5 de janeiro, reabrindo dia 6. Boas festas!

ART AND COEXISTENCE in 2020 are our wishes to friends, artists, collectors and art lovers. We will be on vacation from December 21, 2019 to January 5, 2020, reopening on 6. Happy Holidays!

A Noite dos Tempos, por Diógenes Moura

dezembro 1, 2019 | Crítica, ensaio, Exposições, Feco Hamburger

Fotografia da série Noites em Claro, de Feco Hamburger, em mostra na Pinacoteca do Estado, em São Paulo

Diógenes Moura

A ciência na busca de uma ação precisa na fotografia de Feco Hamburger é a de virar a noite pelo avesso, num desafio “irracional” de aproximar-se da natureza do tempo e, com isso, juntá-la à natureza do homem, para falar de um sistema comum aos dois, através de imagens noturnas de longa exposição. A partir desse sentido ele traz para fora do diafragma o “dia” que lá dentro a luz invisível a olhos nus revela, fotograma por fotograma. O resultado são imagens com intensa poesia, vindas de um mundo em silêncio; vindas das fases da lua que invocam noites “de sol” em paisagens bucólicas; vindas de uma geografia que recorta sistemas impensáveis; vindas de tensas metáforas em seus riscos de neon que tanto percebem a velocidade da imagem buscando a velocidade da luz, no meio da cidade adormecida.

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Preview: Janaina Torres Galeria na Pinta Miami 2019

novembro 27, 2019 | Andrey Zignnatto, Feco Hamburger, Sandra Mazzini, Stephan Doitschinoff

Anunciamos com prazer nossa participação na Pinta Miami 2019. Estaremos presentes com obras de Andrey Zignnatto, Feco Hamburger, Sandra Mazzini e Stephan Doitschinoff.

Andrey Zignnatto, Sem título ( da série Guilhotina ), 2019, Fatias de tijolos cerâmicos, cabo de aço de guilhotina, 120 x 50 x 20 cm

 

Andrey Zignnatto, Sem título ( da Série Manta ), Mini cobogó cerâmico, cimento, massa epoxi, ferro e cabo de aço, 2019, 70 x 60 x 12 cm

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Feco Hamburger e o tempo longo, por Tadeu Chiarelli

novembro 23, 2019 | Crítica, ensaio, Feco Hamburger

Noites em Claro, exposição de fotografias de Feco Hamburger na Pinacoteca do Estado

Tadeu Chiarelli

Em 2004, na individual que apresentou na Pinacoteca do Estado, intitulada “Noites em claro”, Feco Hamburger mostrou uma série de fotografias em que a questão central era o “tempo longo” dos astros celestiais, captados por meio de tomadas de longa exposição. Outra questão primordial nas fotos então exibidas – e que tanto surpreendeu e encantou o artista – foi a presença de uma luz misteriosa nas fotos, muito embora todas tivessem sido realizadas durante a noite.

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Feco Hamburger: “Eu vi um eclipse lunar durante o Kuarup, no Alto Xingu”

outubro 2, 2019 | Feco Hamburger, Notícias

Criador de universos paralelos, construídos, via de regra, a partir da fotografia, Feco Hamburger sente-se igualmente à vontade, em sua inquietude, em registros documentais.  Exemplo disso é a série de fotografias sobre a cerimônia do Kuarup, que Feco registrou durante uma expedição às aldeias Aldeia Kamaiurá, Yawalapiti e Amaru, em 2018, no Alto Xingu. Surpreendido por um eclipse lunar durante a cerimônia, Feco enxergou ali uma ponte entre o movimento do mundo, rituais ancestrais e os desafios atuais do que chamamos civilização. “O eclipse poderia ser apenas  uma evidência de que a Terra é redonda. Hoje, eu diria que o eclipse estava sinalizando os tempos sombrios que temos que enfrentar”, diz o artista, que detalha mais sobre essa experiência na entrevista a seguir.

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Preview: Janaina Torres Galeria na ArtRio 2019

setembro 9, 2019 | Andrey Zignnatto, Heleno Bernardi, Kika Levy, Luciana Magno, Stephan Doitschinoff

Anunciamos com prazer nossa participação na ArtRio 2019. Estaremos presentes com obras de Andrey Zignnatto, Heleno Bernardi, Kika Levy, Luciana Magno, Sandra Mazzini e Stephan Doitschinoff.

Andrey Zignnatto, Sem título #2, 2019, Bloco cerâmico, 60 x 60 x 20 cm

 

Andrey Zignnatto, Sem título ( da Série Guilhotina ), 2019, Fatias de tijolos cerâmicos e cabo de aço de guilhotina, 120 x 50 x 20 cm

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Um corpo na Amazônia: o tempo de Luciana Magno

agosto 21, 2019 | Crítica, ensaio, Feiras, Luciana Magno

Luciana Magno, Sem título (da Série Orgânicos), 2014, Pigmento sobre papel de algodão, 80 x 120 cm

Por Ubiratan Muarrek *

Se é verdade que, na arte, o tempo está sempre à espreita, podemos dizer que chegou a plenitude da hora do trabalho de Luciana Magno.

A Amazônia arde, o Brasil e o mundo derretem-se em conflitos, o clima entra em estado de selvageria e o movimento adverso global é sentido na pele por vastos segmentos de populações.

A geografia, a natureza, a cultura e o corpo, elementos centrais da obra dessa jovem artista paraense, retratam e refletem um estado de coisas que, partindo do elemento local – a floresta -, amplifica-se para as audiências – e consciências – de todo o planeta.

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Psicoativos, cultura e transcendência na arte de Stephan Doitschinoff

agosto 6, 2019 | Exposições, Notícias, Stephan Doitschinoff

Escultura que integra a instalação Interventu-Visão Remota: Morning Glory, relevo sobre livro de parafina

Uma reflexão cultural e estética sobre o papel e a influência de elementos psicoativos na cultura humana é traço marcante do trabalho de Stephan Doitschinoff. Obras que abordam essa temática poderão ser vistas na individual Estaremos Aqui Para Sempre, que a Janaina Torres Galeria exibe de 14 de agosto a 05 de outubro, em São Paulo.

Na instalação Interventu – Visão Remota, por exemplo, que integra a exposição, Ayahuasca, o cogumelo Psilocibe cubensis, o cactos Peyote (Lophophora williamsii) e a planta Morning Glory (Ipomoea) são esculpidos em parafina, como relevo de livros abertos e palmas da mão – uma alusão às origens milenares da relação entre psicoativos e os seres humanos, e também à presença intrínseca desses e outros elementos no cotidiano ainda  hoje, embora privados de aceitação institucional.

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Preview: Janaina Torres Galeria na SP-Foto 2019

agosto 3, 2019 | Feco Hamburger, Jordi Burch, Kitty Paranaguá, Luciana Magno, Pedro David

Anunciamos com prazer nossa participação na SP-Foto 2019, a maior feira de arte fotográfica da América Latina. Estaremos presentes com obras de Alex Sandro, Feco Hamburger, Kitty Paranaguá, Jordi Burch, Luciana Magno e Pedro David.

Kitty Paranaguá, Pequenas Infâmias I (da Série Pequenas Infâmias), 2013, Pigmento sobre papel de algodão, 100 x 75 cm

 

Kitty Paranaguá, Sem título (da Série Lavando a Alma), 2014, Pigmento sobre papel de algodão, 60 x 80 cm

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Pequenos Vestígios de Melancolia, na Funarte, em São Paulo

agosto 3, 2019 | Andrey Zignnatto, Crítica, ensaio, Daniel Jablonski, Exposições, Kitty Paranaguá, Pablo Ferretti, Renata Pelegrini

Andrey Zignnatto, Sem título (da Série Empilhamento), 2016, Tijolo baiano cerâmico amassado e empilhado sobre carrinho de mão, 70 x 55 x 130 cm

Por Cadu Gonçalves

Nos deparamos ao longo da história da arte com imagens que, de alguma maneira, perpassam os nossos sentidos e muitas vezes não conseguimos descrever. Como as imagens noturnas de seres solitários em bares e cafés de Edward Hopper ou os olhares perdidos e longínquos presentes em pinturas de Lucian Freud; imagens de paisagens melancólicas, resíduos ou ruínas, espaços deixados por uma ocupação recente ou distante cronologicamente, nos colocam como um narrador sem palavras do que aconteceu ali.

O recorte de Pequenos Vestígios de Melancolia, coletiva que ocupa as paredes da Funarte, em São Paulo,  compreende o trabalho de seis artistas, cujas obras de certo modo se valem de experiências residuais, seja na observação, seja na matéria. E esses vestígios, de alguma maneira, se mesclam ao entorno deste prédio, ao interior desta sala, que passam por um lento processo de abandono, um lugar em que as celebrações são também carregadas pelo peso da incerteza e da dúvida de seu prosseguimento.

Daniel Jablonski, Pergunte a seus vizinhos [São Paulo], 2016, Pigmento sobre papel de algodão, 66,5 x 100 cm

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O enigma artístico de Stephan Doitschinoff, por Daniel Rangel

agosto 3, 2019 | Crítica, ensaio, Exposições, Stephan Doitschinoff

Stephan Doitschinoff, Homem Apropriado, 2018, Grafite sobre papel, 122 x 75 cm (detalhe)

Por Daniel Rangel *

A trajetória artística de Stephan Doitschinoff, marcada por profundas imersões cíclicas, está vinculada às experiências pessoais vividas desde sua infância. Uma obra com influências formais da pop art e do surrealismo, que é estruturada por um vocabulário singular.

Stephan recorre a um léxico iconográfico particular inspirado em símbolos históricos, religiosos, políticos, filosóficos e ambientais, para conceber desenhos, pinturas, esculturas e instalações. Uma escrita visual carregada de significados criptografados por meio de uma literatura imagética fantástica acerca da contemporaneidade.

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Estaremos Aqui Para Sempre: individual de Stephan Doitschinoff

julho 13, 2019 | Exposições, Notícias, Stephan Doitschinoff

Stephan Doitschinoff, As Virtudes da Idolatria, 2018, Acrílica sobre tela, 231x194cm

Reflexões acerca de temas polêmicos e tão caros ao mundo atual, como colonialismo, democracia, pós-verdade e o papel das plantas psicoativas na sociedade contemporânea conduzem a obra de Stephan Doitschinoff. Autor de uma arte energética, ele estrutura seu trabalho em um sistema de símbolos autorais de narrativa singular, com desenhos, pinturas, esculturas, vídeos e instalações.

O artista, agora, abre as portas de seu universo onírico e convida o público a adentrá-las por meio da exposição Estaremos Aqui Para Sempre, individual exibida a partir de 14 de agosto, na Janaina Torres Galeria.

Com curadoria de Daniel Rangel, a mostra reúne um conjunto inédito de trabalhos produzidos por Doitschinoff nos últimos cinco anos. São obras que evidenciam sua intensa pesquisa sobre a sociedade contemporânea a partir de ícones e símbolos autorais e ainda elementos advindos de diversas culturas e religiões, como o catolicismo, a umbanda e o xamanismo.

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David Magila: Uma pintura feita de escombros e memórias

julho 1, 2019 | Crítica, ensaio, David Magila, Na mídia, Notícias

David Magila, Frequentes conclusões falsas 39, 2018, Acrílica, spray e lápis sobre tela, 150 x 200 cm

Por Maria Hirszman *

CARACTERÍSTICA MARCANTE da obra de David Magila, a simultaneidade parece ter efeito também sobre seu calendário. Com três exposições inaugurando uma após a outra no mês de maio de 2019, o artista faz uma entrada impactante na cena paulistana. São três espaços diferentes e com vocações distintas, nos quais expõe um leque amplo de trabalhos, quase todos inéditos, que conjuntamente compõem um panorama bastante abrangente das principais questões que o motivam.

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David Magila – Cadeiras, mesas, telhas e tijolos: fragmentos de uma imagem-paisagem em suspensão

maio 28, 2019 | Crítica, ensaio, David Magila

Frequentes conclusões falsas 40, 2019, Acrílica, spray e lápis sobre tela, 150 x 200 cm

Por Taisa Palhares

Em sua primeira exposição na Janaina Torres Galeria, David Magila apresenta trabalhos inéditos em pintura e escultura que o apontam como um dos artistas mais promissores de sua geração. Formado em artes visuais, Magila possui um conhecimento técnico que propiciou que se dedicasse, por um bom tempo, à comunicação visual. Sua produção atual transparece o domínio conquistado com essa experiência, que agora é colocada a serviço do amadurecimento de uma poética híbrida, na qual desenho, pintura, fotografia e escultura dão vazão a composições ao mesmo tempo despojadas e complexas. Logo, em primeiro lugar, há um caráter afirmativo nessa produção mais recente, que diz respeito à maturidade alcançada.

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A estética do abandono, de David Magila, na Janaina Torres Galeria

maio 4, 2019 | David Magila, Exposições, Notícias

David Magila, Frequentes conclusões falsas 48, 2019, acrílica e spray s/tela, 150×240 cm

EM SUA PRIMEIRA INDIVIDUAL NA GALERIA, O ARTISTA EXIBE O RESULTADO DE SUA PESQUISA EM LOCAIS ISOLADOS E REMOTOS, EM PINTURAS E ESCULTURAS

Cada artista encontra sua própria “natureza” e faz dela o motivo da sua arte. Para David Magila, que expõe Frequentes Conclusões Falsas, sua primeira individual na Janaina Torres Galeria, com abertura em 29 de maio, a natureza é composta de paisagens suburbanas, clubes de campo fora de temporada, balneários de férias e outras paragens remotas e isoladas nas quais o artista faz seu trabalho de campo.

Nas oito pinturas e três esculturas que compõem a mostra, David Magila exibe o resultado de um trabalho que, partindo do desenho e em um estilo baseado em componentes gráficos, exibe os fragmentos de uma estética do esvaziamento e do abandono.

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Preview: Janaina Torres Galeria na SP-Arte 2019

março 24, 2019 | Andrey Zignnatto, Daniel Jablonski, David Magila, Feco Hamburger, Heleno Bernardi, Sandra Mazzini, Stephan Doitschinoff

Andrey Zignnatto, Tapete de Orações #2, 2019, Papel de saco de cimento e tapeçaria, 146x100cm

ANUNCIAMOS com prazer nossa participação na SP-Arte 2019, a maior feira de arte contemporânea da América Latina, com uma seleção de trabalhos de Andrey Zignnatto, Daniel Jablonski, David Magila, Feco Hamburger, Heleno Bernardi, Pablo Ferretti, Pedro David, Sandra Mazzini e Stephan Doitschinoff. A feira acontece de 3 a 7 de abril, no Pavilhão da Bienal, no Ibirapuera, em São Paulo. Estaremos no Stand A12. Veja a seguir obras selecionadas.

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Sandra Mazzini expõe “Paisagens Expandidas” em Brasília

março 23, 2019 | Exposições, Notícias, Sandra Mazzini

Sandra Mazzini, Floresta com Rio, 2018, Óleo sobre tela, 150x270cm

Futuro e passado, tecnologia e toque humano, abstração a partir de imagens muito nítidas. Os contrastes são a principal marca da obra da artista plástica Sandra Mazzini, que inaugura dia 2 de abril “Paisagens Expandidas”, sua primeira exposição em Brasília. Realizada pela Galeria Janaína Torres, a mostra acontecerá no Museu Nacional da República Honestino Guimarães, na Galeria Térrea. São 13 obras, produzidas entre 2016 e 2018, selecionadas pela curadora Denise Mattar, onde a natureza tem papel de destaque.

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Aos Moraleidas vivos

fevereiro 12, 2019 | Crítica, ensaio, Exposições, Pedro Moraleida

Pedro Moraleida, Série Faça você mesmo sua capela sistina, Sub-série Germânica, Ich will doch nur dass ihr mich liebt!!! (Eu só quero que você me ame!!!), acrílica sobre tecido e papel

A força e a importância da obra do mineiro Pedro Moraleida, falecido precocemente aos 22 anos de idade, em 1999, ganham sua merecida atenção e repercussão para um público mais amplo com a exposição “Canção do Sangue Fervente”, que o Instituto Tomie Othake exibe até 17 de fevereiro, em São Paulo, sob curadoria de Paulo Miyada. Felipe Molitor recupera no texto que segue a trajetória de uma obra que ocupa lugar cativo entre as maiores produções artísticas brasileiras do final do século passado. 

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Nova Representação: Stephan Doitschinoff

fevereiro 12, 2019 | Notícias, Stephan Doitschinoff

Stephan Doitschinoff, O Diabo (Busto), 2015, acrílica sobre tela, 200 x 300 cm

A Janaina Torres Galeria tem o prazer de anunciar a representação de Stephan Doitschinoff, uma parceria que marca o retorno do artista ao circuito de galerias no Brasil e feiras de arte. Stephan Doitschinoff tem uma produção artística no campo da pintura, escultura, vídeo, instalações e performance; nos anos recentes, o artista tem se dedicado à criação e ao desenvolvimento do projeto Cvlto do Fvtvrv.

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Coletiva 2019: novos diálogos, novas leituras

fevereiro 7, 2019 | Andrey Zignnatto, Exposições, Gabriel Pitan Garcia, Heleno Bernardi, Kika Levy, Marcus André, Notícias, Pablo Ferretti, Renata Pelegrini, Talitha Rossi

Vista das pinturas de Heleno Bernardi

Iniciamos nosso calendário de exposições de 2019 com uma seleção de obras do nosso acervo, incluindo trabalhos inéditos de nossos artistas. Obras de Andrey Zignnatto, Gabriel Pitan Garcia, Heleno Bernardi, Kika Levy, Marcus André,  Pablo Ferretti, Pedro David, Renata Pelegrini e Talitha Rossi são apresentadas em um diálogo envolvente, propiciando novas leituras. A mostra será inaugurada dia 13 de fevereiro e fica em cartaz até 01 de março.

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No ateliê: Sandra Mazzini

janeiro 30, 2019 | Ateliê, Sandra Mazzini

Pintura em execução de Sandra Mazzini, no novo ateliê da artista, em São Paulo

O espaço de trabalho é importante para um artista? Tem relação direta com o resultado? No caso de Sandra Mazzini, que em meados do ano passado trocou um espaço coletivo na Unesp, na Barra Funda, por um ateliê individual na Pompéia, também em São Paulo, a resposta é sim. Se, na visão dela, tantos artistas trabalham na rua ou vivenciam imersões na relação entre as pessoas, coletando objetos ou escrevendo, para Sandra o ato de dirigir-se à solidão (relativa) de um ateliê é fundamental. “Na minha prática, identifico a necessidade de um espaço onde se centraliza a prática, reflexão e depuração da pintura”, diz a artista, cercada de telas e plantas, nessa entrevista em que explora a relação do local de produção da sua arte com o resultado pretendido – pinturas que oscilam entre o deslumbre visual e a milimétrica composição racional.

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Andrey Zignnatto: choque de culturas nos Emirados Árabes

janeiro 11, 2019 | Andrey Zignnatto, Exposições, Notícias

A cultura islâmica como referência e a expansão de visões artísticas e a convergência de culturas. Essa é a ideia curatorial da mostra Horizon, promovida no Sharjah Islamic Arts Festival (SIAF), que acontece nos Emirados Árabes Unidos (até 19 de janeiro). Esse é o contexto do trabalho Massa Preta, exibido por Andrey Zignnatto, único artista brasileiros entre os 40 participantes de 23 países que exibiram trabalhos em Horizon.

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Preview: Janaina Torres Galeria na Pinta Miami 2018

novembro 27, 2018 | Feiras, Luciana Magno, Notícias, Talitha Rossi

É COM IMENSO PRAZER que anunciamos nossa estréia na semana de arte de Miami, com participação na Pinta Miami – Crossing Cultures, feira de arte contemporânea que acontece entre 5 e 9 de dezembro, em Mana Wynwood. Participamos da Brazilian Section, com trabalhos de Talitha Rossi e Luciana Magno, que exibem foto performances de raro impacto visual, com curadoria de Mario Gioia. Veja aqui o preview de nosso stand.

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Estamos na Artsy. Welcome all!

novembro 24, 2018 | Notícias

Anunciamos com prazer a entrada da Janaina Torres Galeria na Artsy, a plataforma global de arte contemporânea que reúne galerias, artistas, colecionadores, instituições e amantes da arte no mundo todo.

Na nossa página na plataforma (artsy.net/janaina-torres-galeria) o usuário irá encontrar a versão internacional da nossa presença online, com catálogo de artistas representados e respectivas obras, além de nossas participações em feiras no Brasil e no exterior.

Um blog em inglês irá expandir o alcance de conteúdos exclusivos produzidos pelo nosso staff sobre nossos artistas e exposições, reunindo entrevistas, notícias, crítica e análises curatoriais.

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Janaina Torres leva diversidade contemporânea brasileira à Pinta Miami

novembro 22, 2018 | Feiras, Luciana Magno, Notícias, Sem categoria, Talitha Rossi

O som do narciso #2, 2016, Pigmento sobre papel de algodão, 16 x 28 cm

É COM IMENSO PRAZER que anunciamos nossa estréia na semana de arte de Miami, com participação na Pinta Miami – Crossing Cultures, feira de arte contemporânea que acontece entre 5 e 9 de dezembro, em Mana Wynwood. Participamos da Pinta Miami na Brazilian Section, com trabalhos de Talitha Rossi e Luciana Magno, que exibem foto performances com curadoria de Mario Gioia. Um retrato (ou auto-retrato) da produção contemporânea brasileira, a partir de duas jovens artistas com pontos de vista diversos e a partir de localizações distintas é o elemento norteador da curadoria do nosso stand na Pinta Miami.

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O artista como “caso de estudo”: entrevista com Daniel Jablonski

outubro 31, 2018 | Daniel Jablonski, Entrevista, Exposições, Na mídia

O artista Daniel Jablonski, na montagem da instalação As Coisas, em cartaz na Janaina Torres Galeria

Daniel Jablonski vem trilhando uma trajetória singular entre os artistas da novíssima geração da arte brasileira: parte da teoria para a prática artística, a partir de sua própria história pessoal. Em estudos de caso “de si mesmo”, Jablonski flerta com práticas que vão do surrealismo, colagem, instalação, fotografia, performance  e arte conceitual, unindo “coisas mentais” a um raro senso estético e apuro formal. Nesta entrevista, concedida a Leandro Muniz para ao site da Pivô, que abrigou Jablonski em um programa de residência artística para a composição da obra As Coisas (atualmente em exibição na Janaina Torres Galeria), o artista fala sobre sua singular junção de teoria e prática artística.

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A história de uma vida em As Coisas, de Daniel Jablonski

outubro 5, 2018 | Daniel Jablonski, Exposições, Notícias

Objetos repertoriados na instalação As Coisas, de Daniel Jablonski

Contar a história de uma vida a partir dos objetos acumulados ao longo dos anos é o mote da exposição AS COISAS, do artista Daniel Jablonski, que fica em cartaz de 17 de outubro a 15 de dezembro, na Janaina Torres Galeria, em São Paulo. O artista apresenta o resultado de uma longa pesquisa, iniciada em 2017, e parcialmente desenvolvida em residência de seis meses no Programa Pivô Pesquisa 2018, também em São Paulo.

Com interlocução do curador Leonardo Araujo Beserra, a obra pretende reconstituir — de forma quase detetivesca — a cronologia dos 33 anos de vida do artista, a partir de sua dimensão em aparência mais contingente: a de seus resíduos materiais.

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Mitologias do Brasil e da Internet, em Hy Brazil, de Daniel Jablonski

setembro 16, 2018 | Crítica, ensaio, Daniel Jablonski

Políptico Hy Brazil, de Daniel Jablonski: seis fotografias impressas em metacrilato a partir de captura de telas de computador

Em Hy Brazil, uma obra inédita, Daniel Jablonski investiga as narrativas por trás de uma ilha fantasma situada na costa da Irlanda. Chamada Brazil (ou Hy Bressail, O’Brazil, Brazil, Bracil, Bracir, entre outras variantes) muito antes da descoberta do país sul-americano, a ilha esteve presente em praticamente todos os mapas náuticos entre 1325 a 1870. Foi apenas no fim do século 19, após inúmeras tentativas frustradas de encontrá-la, que a cartografia moderna determinou que ela havia sido confundida com um simples rochedo presente naquela região.

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Preview: Janaina Torres Galeria na ArtRio 2018

setembro 14, 2018 | Andrey Zignnatto, Daniel Jablonski, David Magila, Feco Hamburger, Feiras, Heleno Bernardi, Notícias, Pablo Ferretti, Sandra Mazzini

Apresentamos com prazer um preview de nossa seleção de artistas e obras para nossa primeira participação na ArtRio 2018. A feira acontece na Marina da Glória, no Rio de Janeiro, entre 26 ( para convidados ) e 30 de setembro. Estamos no stand V7. Aproximem-se.

Sandra Mazzini

Sandra Mazzini, Sem título, 2018, Óleo sobre tela, 165 x 180 cm

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Luciana Magno: um corpo movente na Amazônia (vídeo)

agosto 18, 2018 | Crítica, ensaio, Feiras, Luciana Magno, Notícias, vídeos

Luciana Magno, still do vídeo Transamazônica-Altamira, 2014, 1´11″

Apresentamos com imenso prazer na SP-Arte/Foto  2018, em foto e vídeo, trabalhos da série Orgânicos, da jovem artista paraense Luciana Magno (1987). Com pesquisa focada no corpo e em ações performáticas, Luciana aborda questões políticas, sociais e antropológicas, relacionadas ao impacto do desenvolvimento da região amazônica, com imenso requinte visual e aparato cultural e simbólico. A integração do corpo à paisagem e ao entorno é um elemento determinante e recorrente em suas obras, estabelecendo um olhar crítico e poético acerca da cultura, história e política.

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Negro, um ensaio fotográfico: o registro seminal de Iatã Cannabrava

agosto 4, 2018 | Exposições, Feiras, Notícias

Iatã Cannabrava, sem título, pigmento sobre papel fotográfico, 30 x 40 cm

Nos 130 anos da abolição da escravatura no Brasil, apresentamos na SP-Arte/Foto 2018 Negro, um ensaio fotográfico, registro seminal de Iatã Cannabrava. Originalmente produzida em 1988, a série foi vencedora do prêmio Marc Ferrez, cujo tema, na época, evidenciava o centenário da abolição. 

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Preview: Janaina Torres Galeria na SP-Arte/Foto 2018

agosto 4, 2018 | Daniel Jablonski, Exposições, Feco Hamburger, Feiras, Jordi Burch, Kitty Paranaguá, Notícias, Pedro David, Talitha Rossi

Apresentamos com prazer um preview de nossa seleção de artistas e obras para a 12a edição da SP-Arte/Foto 2018, no Shopping JK Iguatemi, em São Paulo, entre 22 (para convidados) e 26 de agosto. Estamos no stand B12. Aproximem-se.

Daniel Jablonski, O Sono Louco – Quem vigia o vigia, 2016, Pigmento sobre papel de algodão, 30 x 43 cm (cada)

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Feco Hamburger e o desafio ao Homo Deus

agosto 3, 2018 | Entrevista, Feco Hamburger, Feiras

Escotilha 1, 2018, Pigmento sobre papel de algodão, 100 x 80 cm

“No entanto, se move” – eppur si muove – é a frase polêmica com a qual Galileu Galilei renegou a visão heliocêntrica do mundo perante o tribunal de Inquisição. Quatro séculos depois, é também o título da nova série de imagens produzidas por Feco Hamburger, que a Janaina Torres Galeria mostrará com exclusividade na SP-Arte/Foto 2018, de 23 a 26 de agosto (stand  B12).  Herético, Feco desafia os limites da fotografia e da representação, criando universos paralelos construídos a partir de mecanismos de precisão, como ele diz. Refaz assim o imaginário do nosso tempo, desafiando o determinismo tecnológico que anuncia o Homo Deus. Conversamos com Feco Hamburger sobre o movimento do mundo – que, sim, ainda se move, no seu entender.

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A aventura da fotografia, na exposição furo, de Jordi Burch

julho 31, 2018 | Exposições, Jordi Burch, Notícias

Sem título, 2017, Pigmento sobre papel de algodão, 100 x 70 cm

Na exposição Furo, artista volta-se à investigação da linguagem fotográfica; registros tomam o próprio suporte como tema

O artista Jordi Burch fotografa. Seus registros não apenas refletem o esgotamento da estética realista, pautada pela ideia de representação, mas revelam a importância do processo e do gesto na produção de imagens. Em Furo, exposição individual que apresenta entre 16 de agosto e 02 de outubro na Janaina Torres Galeria, o fotógrafo português se aventura em um percurso investigativo pela linguagem fotográfica.

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A pintura aberta e incontrolável de Pablo Ferretti

julho 21, 2018 | Entrevista, Pablo Ferretti

Entre o onírico e o real encontramos as telas de Pablo Ferretti, artista nascido em 1974, em Porto Alegre, que reside no Rio de Janeiro e trilhou sua formação na Inglaterra, com mestrado no Royal College of Art, em Londres, e uma experiência de trabalho na mítica National Gallery. No seu caso, não se trata de uma biografia formal. Dono de um vocabulário pictórico culto, o trabalho de Ferretti transpira a sofisticação adquirida – e os estados de ânimo, eventualmente – do convívio com Turner e outros mestres. Que serviria de muito pouco sem a liberdade e a coragem de trilhar um caminho próprio e estimulante em pintura, como se apreende na entrevista com Ferretti, que apresentamos a seguir.

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Andrey Zignnatto e Pedro David: novas representações

junho 30, 2018 | Andrey Zignnatto, Notícias, Pedro David

A Janaina Torres Galeria anuncia com prazer a representação dos artistas Andrey Zignnatto e Pedro David. Dois nomes relevantes da arte contemporânea brasileira que reforçam a proposta da galeria de trabalhar com artistas que reúnem inquietude e consistência, aliadas à elaboração temática e formal. Andrey Zignnatto deverá expor sua primeira individual na galeria em 2019. Pedro David participa com a série inédita Sobre Experiência ou o que Não Pode Ser Apagado na SP-Arte Foto 2018, de 22 a 26 de agosto, no Shopping JK, em São Paulo.

Andrey Zignnatto

Andrey Zignnatto, Monumentos (2018), parte da exposição Territórios Forjados, galeria IK Projects, Lima – Peru

Andrey Zignnatto nasceu em 1981, em Jundiaí, interior de São Paulo, onde reside. Artista autodidata, trabalha entre São Paulo e Jundiaí. Zignnatto constrói e rearticula elementos do cotidiano em relação aos espaços em que estão inseridos, promovendo discussões profundas sobre o papel do artista, da arte e do espectador na construção e reprodução do sistema de arte e cultura.

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A arte como insurreição, por Pedro David

junho 23, 2018 | Entrevista, Pedro David

Pedro David, Sobre Experiência, ou o que Não Pode Ser Apagado, in progress, 40×50 cm

O mineiro Pedro David vive na metade do mundo “que foi eleita para ser fonte de recursos para a outra metade” – e faz disso o elemento central de uma experiência estética marcante entre os artistas de sua geração. Unindo estética e política, David parte do local para atingir questões centrais não apenas da arte, mas do mundo globalizado. Intimidade, entorno, experiência, natureza, deslocamento, precariedade, comunidade, destruição, cicatrizes – é amplo o leque de temas tratados a partir da fotografia, da escultura e, agora, dos bordados sobre papel fotográfico que levam sua arte a novas dimensões. Nesta entrevista, Pedro David nos conta como é estar na periferia de Belo Horizonte e no mundo – e das possibilidades que enxerga na arte de criar uma “rede de subversão”.

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