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No Ateliê: Heleno Bernardi

outubro 6, 2017 | Ateliê, Heleno Bernardi

Se o locus da arte é elemento central na poética multimídia de Heleno Bernardi, não passa despercebido o fato de seu ateliê estar localizado num hospital psiquiátrico. No caso, o Hospital Psiquiátrico Nise da Silveira, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Nesta entrevista, desvendamos um pouco da relação do artista com o local, além de reunir elementos sobre seus processos e interesses.

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No Ateliê: Kika Levy

junho 19, 2017 | Ateliê, Kika Levy

Encontramos a artista Kika Levy em seu espaço criativo para falar sobre seus novos desafios e sua rotina de trabalho – e de como a delicadeza e a precisão de suas obras está refletida no seu entorno de plantas e sementes.

Pergunta: Qual é a temática central dos seus novos trabalhos?
Kika Levy: Mantenho a pesquisa das estruturas das plantas, por meio da impressão das próprias folhas, onde se revelam essas estruturas. Dentro das paisagens, estou trabalhando diferentes atmosferas em uma mesma matriz, as possibilidades de impressões e sobreposições.

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No Ateliê: Gabriel Pitan Garcia

maio 25, 2017 | Ateliê, Gabriel Pitan Garcia

Gabriel Pitan Garcia inaugura no sábado, 27 de maio, o Espaço BREU, que reúne ateliês de jovens artistas – incluindo o seu – e espaço cultural. Ouvimos o artista sobre sua rotina “sangue nos olhos”, de troca intensa e muita produção.

O Espaço BREU, seu novo ateliê, é compartilhado com cinco artistas. Como funciona esta troca?
Gabriel Pitan Garcia: A primeira vez que compartilhei o atelier foi na extinta “Casa dezbarradoze”, que foi um momento de compreensão acerca da possibilidade de discussão de trabalhos e ideias durante suas execuções. Dividíamos uma casa abandonada, que nos foi emprestada por seis meses, em vinte jovens artistas. Quando encerramos as atividades por lá, cresceu a vontade de desenvolver um outro projeto com mais cinco pessoas: Virgílio Neto, Pedro Ivo Verçosa, Rafaela Foz, Júlio Lapagesse e Renata Casagrande. Surgiu o BREU, um atelier expandido: além dos espaços de cada artista dentro do galpão, temos dois grandes vãos onde desenvolveremos projetos culturais diversos. Podemos tocar a produção individual e apresentar um espaço de discussões de possibilidades coerentes em arte, aberto para qualquer um que quiser se aproximar. Para mim, o mais jovem dos artistas de lá, tem sido importantíssimo viver essa rotina trabalhosa e “sangue nos olhos”.

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