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Mitologias do Brasil e da Internet, em Hy Brazil, de Daniel Jablonski

setembro 16, 2018 | Crítica, ensaio, Daniel Jablonski

Políptico Hy Brazil, de Daniel Jablonski: seis fotografias impressas em metacrilato a partir de captura de telas de computador

Em Hy Brazil, uma obra inédita, Daniel Jablonski investiga as narrativas por trás de uma ilha fantasma situada na costa da Irlanda. Chamada Brazil (ou Hy Bressail, O’Brazil, Brazil, Bracil, Bracir, entre outras variantes) muito antes da descoberta do país sul-americano, a ilha esteve presente em praticamente todos os mapas náuticos entre 1325 a 1870. Foi apenas no fim do século 19, após inúmeras tentativas frustradas de encontrá-la, que a cartografia moderna determinou que ela havia sido confundida com um simples rochedo presente naquela região.

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Preview: Janaina Torres Galeria na ArtRio 2018

setembro 14, 2018 | Andrey Zignnatto, Daniel Jablonski, David Magila, Feco Hamburger, Feiras, Heleno Bernardi, Notícias, Pablo Ferretti, Sandra Mazzini

Apresentamos com prazer um preview de nossa seleção de artistas e obras para nossa primeira participação na ArtRio 2018. A feira acontece na Marina da Glória, no Rio de Janeiro, entre 26 ( para convidados ) e 30 de setembro. Estamos no stand V7. Aproximem-se.

Sandra Mazzini

Sandra Mazzini, Sem título, 2018, Óleo sobre tela, 165 x 180 cm

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Luciana Magno: um corpo movente na Amazônia (vídeo)

agosto 18, 2018 | Crítica, ensaio, Feiras, Luciana Magno, Notícias, vídeos

Luciana Magno, still do vídeo Transamazônica-Altamira, 2014, 1´11″

Apresentamos com imenso prazer na SP-Arte/Foto  2018, em foto e vídeo, trabalhos da série Orgânicos, da jovem artista paraense Luciana Magno (1987). Com pesquisa focada no corpo e em ações performáticas, Luciana aborda questões políticas, sociais e antropológicas, relacionadas ao impacto do desenvolvimento da região amazônica, com imenso requinte visual e aparato cultural e simbólico. A integração do corpo à paisagem e ao entorno é um elemento determinante e recorrente em suas obras, estabelecendo um olhar crítico e poético acerca da cultura, história e política.

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Negro, um ensaio fotográfico: o registro seminal de Iatã Cannabrava

agosto 4, 2018 | Exposições, Feiras, Notícias

Iatã Cannabrava, sem título, pigmento sobre papel fotográfico, 30 x 40 cm

Nos 130 anos da abolição da escravatura no Brasil, apresentamos na SP-Arte/Foto 2018 Negro, um ensaio fotográfico, registro seminal de Iatã Cannabrava. Originalmente produzida em 1988, a série foi vencedora do prêmio Marc Ferrez, cujo tema, na época, evidenciava o centenário da abolição. 

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Preview: Janaina Torres Galeria na SP-Arte/Foto 2018

agosto 4, 2018 | Daniel Jablonski, Exposições, Feco Hamburger, Feiras, Jordi Burch, Kitty Paranaguá, Notícias, Pedro David, Talitha Rossi

Apresentamos com prazer um preview de nossa seleção de artistas e obras para a 12a edição da SP-Arte/Foto 2018, no Shopping JK Iguatemi, em São Paulo, entre 22 (para convidados) e 26 de agosto. Estamos no stand B12. Aproximem-se.

Daniel Jablonski, O Sono Louco – Quem vigia o vigia, 2016, Pigmento sobre papel de algodão, 30 x 43 cm (cada)

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Feco Hamburger e o desafio ao Homo Deus

agosto 3, 2018 | Entrevista, Feco Hamburger, Feiras

Escotilha 1, 2018, Pigmento sobre papel de algodão, 100 x 80 cm

“No entanto, se move” – eppur si muove – é a frase polêmica com a qual Galileu Galilei renegou a visão heliocêntrica do mundo perante o tribunal de Inquisição. Quatro séculos depois, é também o título da nova série de imagens produzidas por Feco Hamburger, que a Janaina Torres Galeria mostrará com exclusividade na SP-Arte/Foto 2018, de 23 a 26 de agosto (stand  B12).  Herético, Feco desafia os limites da fotografia e da representação, criando universos paralelos construídos a partir de mecanismos de precisão, como ele diz. Refaz assim o imaginário do nosso tempo, desafiando o determinismo tecnológico que anuncia o Homo Deus. Conversamos com Feco Hamburger sobre o movimento do mundo – que, sim, ainda se move, no seu entender.

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A aventura da fotografia, na exposição furo, de Jordi Burch

julho 31, 2018 | Exposições, Jordi Burch, Notícias

Sem título, 2017, Pigmento sobre papel de algodão, 100 x 70 cm

Na exposição Furo, artista volta-se à investigação da linguagem fotográfica; registros tomam o próprio suporte como tema

O artista Jordi Burch fotografa. Seus registros não apenas refletem o esgotamento da estética realista, pautada pela ideia de representação, mas revelam a importância do processo e do gesto na produção de imagens. Em Furo, exposição individual que apresenta entre 16 de agosto e 02 de outubro na Janaina Torres Galeria, o fotógrafo português se aventura em um percurso investigativo pela linguagem fotográfica.

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A pintura aberta e incontrolável de Pablo Ferretti

julho 21, 2018 | Entrevista, Pablo Ferretti

Entre o onírico e o real encontramos as telas de Pablo Ferretti, artista nascido em 1974, em Porto Alegre, que reside no Rio de Janeiro e trilhou sua formação na Inglaterra, com mestrado no Royal College of Art, em Londres, e uma experiência de trabalho na mítica National Gallery. No seu caso, não se trata de uma biografia formal. Dono de um vocabulário pictórico culto, o trabalho de Ferretti transpira a sofisticação adquirida – e os estados de ânimo, eventualmente – do convívio com Turner e outros mestres. Que serviria de muito pouco sem a liberdade e a coragem de trilhar um caminho próprio e estimulante em pintura, como se apreende na entrevista com Ferretti, que apresentamos a seguir.

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Andrey Zignnatto e Pedro David: novas representações

junho 30, 2018 | Andrey Zignnatto, Notícias, Pedro David

A Janaina Torres Galeria anuncia com prazer a representação dos artistas Andrey Zignnatto e Pedro David. Dois nomes relevantes da arte contemporânea brasileira que reforçam a proposta da galeria de trabalhar com artistas que reúnem inquietude e consistência, aliadas à elaboração temática e formal. Andrey Zignnatto deverá expor sua primeira individual na galeria em 2019. Pedro David participa com a série inédita Sobre Experiência ou o que Não Pode Ser Apagado na SP-Arte Foto 2018, de 22 a 26 de agosto, no Shopping JK, em São Paulo.

Andrey Zignnatto

Andrey Zignnatto, Monumentos (2018), parte da exposição Territórios Forjados, galeria IK Projects, Lima – Peru

Andrey Zignnatto nasceu em 1981, em Jundiaí, interior de São Paulo, onde reside. Artista autodidata, trabalha entre São Paulo e Jundiaí. Zignnatto constrói e rearticula elementos do cotidiano em relação aos espaços em que estão inseridos, promovendo discussões profundas sobre o papel do artista, da arte e do espectador na construção e reprodução do sistema de arte e cultura.

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A arte como insurreição, por Pedro David

junho 23, 2018 | Entrevista, Pedro David

Pedro David, Sobre Experiência, ou o que Não Pode Ser Apagado, in progress, 40×50 cm

O mineiro Pedro David vive na metade do mundo “que foi eleita para ser fonte de recursos para a outra metade” – e faz disso o elemento central de uma experiência estética marcante entre os artistas de sua geração. Unindo estética e política, David parte do local para atingir questões centrais não apenas da arte, mas do mundo globalizado. Intimidade, entorno, experiência, natureza, deslocamento, precariedade, comunidade, destruição, cicatrizes – é amplo o leque de temas tratados a partir da fotografia, da escultura e, agora, dos bordados sobre papel fotográfico que levam sua arte a novas dimensões. Nesta entrevista, Pedro David nos conta como é estar na periferia de Belo Horizonte e no mundo – e das possibilidades que enxerga na arte de criar uma “rede de subversão”.

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Três perguntas para Marcus André

junho 23, 2018 | Entrevista, Marcus André

O artista Marcus Andre, ao lado de obra de sua produção recente

Surgido na constelação da Geração 80, que definiu novos caminhos para a arte brasileira do final do século 20, Marcus André segue fiel em seu propósito de criar lugares imaginados e construídos, em séries de pinturas se desdobram e, por vezes, se cruzam. Sua pintura tem “a rara habilidade de pagar o tributo inevitável à história da arte, sem permitir que ela domine a cena de tal forma a eclipsar a arte do presente”, como definiu o crítico Paulo Sérgio Duarte, e para saber mais sobre isso, fizemos três perguntas ao artista.

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David Magila e Pablo Ferretti chegam à Janaina Torres Galeria

junho 5, 2018 | David Magila, Notícias, Pablo Ferretti

Pablo Ferretti, Luz Negra III, 190 x 160 cm, óleo sobre tela, 2015

Anunciamos com prazer novas representações que irão adicionar força e frescor ao catálogo da galeria: David Magila e Pablo Ferretti. São artistas que, cada um à sua maneira, e trabalhando em suportes variados, trazem a inquietação da nova geração da arte contemporânea brasileira, aliando trajetória já consistente à perspectiva de novos e promissores desdobramentos em suas respectivas carreiras.

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Pintar “o que nunca foi visto”: entrevista com David Magila

maio 30, 2018 | Ateliê, David Magila, Entrevista

O artista David Magila, em seu ateliê, em São Paulo

David Magila tem formação em desenho e um forte apreço à tridimensionalidade e ao espaço – mas é sua pintura que inequivocamente o situa como um expoente da nova geração. Complementaridade (entre a linha, a cor e ao ambiente) talvez seja a palavra que melhor defina o trabalho desse artista, nascido em São Caetano do Sul, que reside em São Paulo, e que leva para suas telas um pouco das paisagens urbanas que encontra – e fotografa – ao seu redor. Nesta conversa, Magila expõe sua pesquisa e método, e os caminhos que percorre em busca de força e originalidade para seu fazer artístico.

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O Boletim da Juventude de Daniel Jablonski

maio 26, 2018 | Daniel Jablonski, Notícias

Cinco jovens conversam numa madrugada sobre seus planos de futuro. O ano é 2009. Cinco anos depois, um deles, o artista Daniel Jablonski, publica O Boletim da Juventude, um livro que reproduz a conversa original. Pouco – ou quase nada – do planejado pelos jovens se cumpriu. Uma capsula do tempo da juventude de um grupo de pessoas que seguiu com sua produção em distintas direções.

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O momento do mundo, da história e da arte de Heleno Bernardi

abril 3, 2018 | Entrevista, Heleno Bernardi

Heleno Bernardi, Sem título, Acrílica e spray acrílico sobre tela, 180 x 140 cm, 2018 (detalhe)

Ao superar o dilema abstração x figuração e escolher o locus – e o ethos – do urbano como território de investigação, Heleno Bernardi se insere entre os artistas mais potentes da atual geração. O que se manifesta, certamente, além da ousadia conceitual, no poder e encanto visual de obras que vão de intervenções site specific – como o projeto Cassino, no Rio de Janeiro, no final de 2017 – às suas pinturas recentes. Conversamos com Heleno sobre elas, que serão exibidas na SP-Arte, em São Paulo, entre 11 e 15 de abril, no nosso stand (A7).

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Daniel Jablonski: enigma e encanto em “Still Brazil”

março 17, 2018 | Daniel Jablonski, Exposições, Feiras, Notícias

Daniel Jablonski, Brazil, 2017, Instalação | Técnica mista, fotografia, plotagem em vinil, áudio e vídeo

A representação do Brasil em outras culturas, tal como o país aparece fixado em obras cinematográficas. Essa é a instalação Still Brazil, de Daniel Jablonski, que a Janaina Torres Galeria exibe na SP Arte 2018, no stand A7, entre 12 e 15 de abril (preview para convidados 11/04). Jablonski é finalista da sexta edição do Prêmio de Residência da SP-Arte.

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Conversa com Renata Pelegrini

março 16, 2018 | Entrevista, Exposições, Renata Pelegrini

A artista Renata Pelegrini, que abre sua primeira individual na Janaina Torres Galeria, em 5 de abril

Dona de um trabalho expressivo em artes plásticas, em que a linha, o desenho, o gesto, a tinta e a cor buscam compor cenários que oscilam entre a paisagem e a abstração, Renata Pelegrini é uma artista reflexiva e cuidadosa. Seus “lugares” refletem a busca serena por um lugar próprio no vasto universo do desenho e da pintura. Conversamos com ela sobre alguns pontos dessa trajetória, que pode ser vista em sua primeira individual na Janaina Torres Galeria, que abre no dia 05 de abril.    

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Paisagens desconstruídas de Renata Pelegrini ganham exposição na Janaina Torres Galeria

março 9, 2018 | Exposições, Notícias, Renata Pelegrini

Renata Pelegrini, Sem título, 2016, Acrílica sobre tela, 120 x 100 cm

A partir do dia 5 de abril, o público poderá conferir de perto a produção recente da pintora na exposição que leva seu nome, realizada pela Janaina Torres Galeria. Com curadoria de Marcelo Salles, a mostra reúne 15 obras da artista – pinturas e desenhos sobre tela, papel e linho. Os trabalhos trazem uma releitura não fidedigna de paisagens e vistas interiores, recriadas a sua maneira, ocupando o hiato que existe entre a representação e a abstração.

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Renata Pelegrini: desenho e pintura, por Marcelo Salles

fevereiro 28, 2018 | Crítica, ensaio, Renata Pelegrini

Renata Pelegrini, Sem título, 2015, Acrílica sobre tela, 120 x 100 cm

Por Marcelo Salles

O livro “Cidades Invisíveis “, de Ítalo Calvino, nos traz a narrativa do comerciante/embaixador Marco Polo ao poderoso conquistador Kublai Khan sobre cidades pelas quais passou em suas viagens pelo vasto império do Khan. Calvino apresenta descrições de cidades inverossímeis compostas por experiências as mais diversas, da literatura das Mil e Uma Noites ao cinema, de viagens e de cidades reais (até onde Veneza pode ser real…), construídas pelas palavras de Marco Polo e reconstruídas por seu ouvinte, Kublai Khan.

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Renata Pelegrini: O enigma da janela, por Taisa Palhares

fevereiro 28, 2018 | Crítica, ensaio, Renata Pelegrini

Renata Pelegrini, Sem título, 2014, Carvão, grafite, giz e nanquim sobre papel, 30 x 40 cm

Por Taisa Palhares

Um dos quadros mais icônicos da pintura do século 20, e que se mantém enigmático até hoje, é a tela Porte-fenêtre à Collioure (1914), de Henri Matisse. A composição, em tons de azulado, verde, cinza, mas predominante preto,  coloca-se entre a representação e a não-representação de um espaço conhecido, vagamente explicado pelo título, sintetizando a relação do artista com a abstração, à qual ele nunca aderiu efetivamente. Assim como em outros trabalhos do pintor francês, desenho e cor vivem em harmonia, ou seja, não há a predominância de um sobre o outro, posto que o objetivo é superar a dicotomia que domina a história da pintura desde o Renascimento.

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Mitologias do Brasil e da Internet, em Hy Brazil, de Daniel Jablonski

setembro 16, 2018 | Crítica, ensaio, Daniel Jablonski

Políptico Hy Brazil, de Daniel Jablonski: seis fotografias impressas em metacrilato a partir de captura de telas de computador

Em Hy Brazil, uma obra inédita, Daniel Jablonski investiga as narrativas por trás de uma ilha fantasma situada na costa da Irlanda. Chamada Brazil (ou Hy Bressail, O’Brazil, Brazil, Bracil, Bracir, entre outras variantes) muito antes da descoberta do país sul-americano, a ilha esteve presente em praticamente todos os mapas náuticos entre 1325 a 1870. Foi apenas no fim do século 19, após inúmeras tentativas frustradas de encontrá-la, que a cartografia moderna determinou que ela havia sido confundida com um simples rochedo presente naquela região.

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Preview: Janaina Torres Galeria na ArtRio 2018

setembro 14, 2018 | Andrey Zignnatto, Daniel Jablonski, David Magila, Feco Hamburger, Feiras, Heleno Bernardi, Notícias, Pablo Ferretti, Sandra Mazzini

Apresentamos com prazer um preview de nossa seleção de artistas e obras para nossa primeira participação na ArtRio 2018. A feira acontece na Marina da Glória, no Rio de Janeiro, entre 26 ( para convidados ) e 30 de setembro. Estamos no stand V7. Aproximem-se.

Sandra Mazzini

Sandra Mazzini, Sem título, 2018, Óleo sobre tela, 165 x 180 cm

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Luciana Magno: um corpo movente na Amazônia (vídeo)

agosto 18, 2018 | Crítica, ensaio, Feiras, Luciana Magno, Notícias, vídeos

Luciana Magno, still do vídeo Transamazônica-Altamira, 2014, 1´11″

Apresentamos com imenso prazer na SP-Arte/Foto  2018, em foto e vídeo, trabalhos da série Orgânicos, da jovem artista paraense Luciana Magno (1987). Com pesquisa focada no corpo e em ações performáticas, Luciana aborda questões políticas, sociais e antropológicas, relacionadas ao impacto do desenvolvimento da região amazônica, com imenso requinte visual e aparato cultural e simbólico. A integração do corpo à paisagem e ao entorno é um elemento determinante e recorrente em suas obras, estabelecendo um olhar crítico e poético acerca da cultura, história e política.

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Negro, um ensaio fotográfico: o registro seminal de Iatã Cannabrava

agosto 4, 2018 | Exposições, Feiras, Notícias

Iatã Cannabrava, sem título, pigmento sobre papel fotográfico, 30 x 40 cm

Nos 130 anos da abolição da escravatura no Brasil, apresentamos na SP-Arte/Foto 2018 Negro, um ensaio fotográfico, registro seminal de Iatã Cannabrava. Originalmente produzida em 1988, a série foi vencedora do prêmio Marc Ferrez, cujo tema, na época, evidenciava o centenário da abolição. 

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Preview: Janaina Torres Galeria na SP-Arte/Foto 2018

agosto 4, 2018 | Daniel Jablonski, Exposições, Feco Hamburger, Feiras, Jordi Burch, Kitty Paranaguá, Notícias, Pedro David, Talitha Rossi

Apresentamos com prazer um preview de nossa seleção de artistas e obras para a 12a edição da SP-Arte/Foto 2018, no Shopping JK Iguatemi, em São Paulo, entre 22 (para convidados) e 26 de agosto. Estamos no stand B12. Aproximem-se.

Daniel Jablonski, O Sono Louco – Quem vigia o vigia, 2016, Pigmento sobre papel de algodão, 30 x 43 cm (cada)

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Feco Hamburger e o desafio ao Homo Deus

agosto 3, 2018 | Entrevista, Feco Hamburger, Feiras

Escotilha 1, 2018, Pigmento sobre papel de algodão, 100 x 80 cm

“No entanto, se move” – eppur si muove – é a frase polêmica com a qual Galileu Galilei renegou a visão heliocêntrica do mundo perante o tribunal de Inquisição. Quatro séculos depois, é também o título da nova série de imagens produzidas por Feco Hamburger, que a Janaina Torres Galeria mostrará com exclusividade na SP-Arte/Foto 2018, de 23 a 26 de agosto (stand  B12).  Herético, Feco desafia os limites da fotografia e da representação, criando universos paralelos construídos a partir de mecanismos de precisão, como ele diz. Refaz assim o imaginário do nosso tempo, desafiando o determinismo tecnológico que anuncia o Homo Deus. Conversamos com Feco Hamburger sobre o movimento do mundo – que, sim, ainda se move, no seu entender.

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A aventura da fotografia, na exposição furo, de Jordi Burch

julho 31, 2018 | Exposições, Jordi Burch, Notícias

Sem título, 2017, Pigmento sobre papel de algodão, 100 x 70 cm

Na exposição Furo, artista volta-se à investigação da linguagem fotográfica; registros tomam o próprio suporte como tema

O artista Jordi Burch fotografa. Seus registros não apenas refletem o esgotamento da estética realista, pautada pela ideia de representação, mas revelam a importância do processo e do gesto na produção de imagens. Em Furo, exposição individual que apresenta entre 16 de agosto e 02 de outubro na Janaina Torres Galeria, o fotógrafo português se aventura em um percurso investigativo pela linguagem fotográfica.

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A pintura aberta e incontrolável de Pablo Ferretti

julho 21, 2018 | Entrevista, Pablo Ferretti

Entre o onírico e o real encontramos as telas de Pablo Ferretti, artista nascido em 1974, em Porto Alegre, que reside no Rio de Janeiro e trilhou sua formação na Inglaterra, com mestrado no Royal College of Art, em Londres, e uma experiência de trabalho na mítica National Gallery. No seu caso, não se trata de uma biografia formal. Dono de um vocabulário pictórico culto, o trabalho de Ferretti transpira a sofisticação adquirida – e os estados de ânimo, eventualmente – do convívio com Turner e outros mestres. Que serviria de muito pouco sem a liberdade e a coragem de trilhar um caminho próprio e estimulante em pintura, como se apreende na entrevista com Ferretti, que apresentamos a seguir.

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Andrey Zignnatto e Pedro David: novas representações

junho 30, 2018 | Andrey Zignnatto, Notícias, Pedro David

A Janaina Torres Galeria anuncia com prazer a representação dos artistas Andrey Zignnatto e Pedro David. Dois nomes relevantes da arte contemporânea brasileira que reforçam a proposta da galeria de trabalhar com artistas que reúnem inquietude e consistência, aliadas à elaboração temática e formal. Andrey Zignnatto deverá expor sua primeira individual na galeria em 2019. Pedro David participa com a série inédita Sobre Experiência ou o que Não Pode Ser Apagado na SP-Arte Foto 2018, de 22 a 26 de agosto, no Shopping JK, em São Paulo.

Andrey Zignnatto

Andrey Zignnatto, Monumentos (2018), parte da exposição Territórios Forjados, galeria IK Projects, Lima – Peru

Andrey Zignnatto nasceu em 1981, em Jundiaí, interior de São Paulo, onde reside. Artista autodidata, trabalha entre São Paulo e Jundiaí. Zignnatto constrói e rearticula elementos do cotidiano em relação aos espaços em que estão inseridos, promovendo discussões profundas sobre o papel do artista, da arte e do espectador na construção e reprodução do sistema de arte e cultura.

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A arte como insurreição, por Pedro David

junho 23, 2018 | Entrevista, Pedro David

Pedro David, Sobre Experiência, ou o que Não Pode Ser Apagado, in progress, 40×50 cm

O mineiro Pedro David vive na metade do mundo “que foi eleita para ser fonte de recursos para a outra metade” – e faz disso o elemento central de uma experiência estética marcante entre os artistas de sua geração. Unindo estética e política, David parte do local para atingir questões centrais não apenas da arte, mas do mundo globalizado. Intimidade, entorno, experiência, natureza, deslocamento, precariedade, comunidade, destruição, cicatrizes – é amplo o leque de temas tratados a partir da fotografia, da escultura e, agora, dos bordados sobre papel fotográfico que levam sua arte a novas dimensões. Nesta entrevista, Pedro David nos conta como é estar na periferia de Belo Horizonte e no mundo – e das possibilidades que enxerga na arte de criar uma “rede de subversão”.

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Três perguntas para Marcus André

junho 23, 2018 | Entrevista, Marcus André

O artista Marcus Andre, ao lado de obra de sua produção recente

Surgido na constelação da Geração 80, que definiu novos caminhos para a arte brasileira do final do século 20, Marcus André segue fiel em seu propósito de criar lugares imaginados e construídos, em séries de pinturas se desdobram e, por vezes, se cruzam. Sua pintura tem “a rara habilidade de pagar o tributo inevitável à história da arte, sem permitir que ela domine a cena de tal forma a eclipsar a arte do presente”, como definiu o crítico Paulo Sérgio Duarte, e para saber mais sobre isso, fizemos três perguntas ao artista.

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David Magila e Pablo Ferretti chegam à Janaina Torres Galeria

junho 5, 2018 | David Magila, Notícias, Pablo Ferretti

Pablo Ferretti, Luz Negra III, 190 x 160 cm, óleo sobre tela, 2015

Anunciamos com prazer novas representações que irão adicionar força e frescor ao catálogo da galeria: David Magila e Pablo Ferretti. São artistas que, cada um à sua maneira, e trabalhando em suportes variados, trazem a inquietação da nova geração da arte contemporânea brasileira, aliando trajetória já consistente à perspectiva de novos e promissores desdobramentos em suas respectivas carreiras.

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Pintar “o que nunca foi visto”: entrevista com David Magila

maio 30, 2018 | Ateliê, David Magila, Entrevista

O artista David Magila, em seu ateliê, em São Paulo

David Magila tem formação em desenho e um forte apreço à tridimensionalidade e ao espaço – mas é sua pintura que inequivocamente o situa como um expoente da nova geração. Complementaridade (entre a linha, a cor e ao ambiente) talvez seja a palavra que melhor defina o trabalho desse artista, nascido em São Caetano do Sul, que reside em São Paulo, e que leva para suas telas um pouco das paisagens urbanas que encontra – e fotografa – ao seu redor. Nesta conversa, Magila expõe sua pesquisa e método, e os caminhos que percorre em busca de força e originalidade para seu fazer artístico.

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O Boletim da Juventude de Daniel Jablonski

maio 26, 2018 | Daniel Jablonski, Notícias

Cinco jovens conversam numa madrugada sobre seus planos de futuro. O ano é 2009. Cinco anos depois, um deles, o artista Daniel Jablonski, publica O Boletim da Juventude, um livro que reproduz a conversa original. Pouco – ou quase nada – do planejado pelos jovens se cumpriu. Uma capsula do tempo da juventude de um grupo de pessoas que seguiu com sua produção em distintas direções.

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O momento do mundo, da história e da arte de Heleno Bernardi

abril 3, 2018 | Entrevista, Heleno Bernardi

Heleno Bernardi, Sem título, Acrílica e spray acrílico sobre tela, 180 x 140 cm, 2018 (detalhe)

Ao superar o dilema abstração x figuração e escolher o locus – e o ethos – do urbano como território de investigação, Heleno Bernardi se insere entre os artistas mais potentes da atual geração. O que se manifesta, certamente, além da ousadia conceitual, no poder e encanto visual de obras que vão de intervenções site specific – como o projeto Cassino, no Rio de Janeiro, no final de 2017 – às suas pinturas recentes. Conversamos com Heleno sobre elas, que serão exibidas na SP-Arte, em São Paulo, entre 11 e 15 de abril, no nosso stand (A7).

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Daniel Jablonski: enigma e encanto em “Still Brazil”

março 17, 2018 | Daniel Jablonski, Exposições, Feiras, Notícias

Daniel Jablonski, Brazil, 2017, Instalação | Técnica mista, fotografia, plotagem em vinil, áudio e vídeo

A representação do Brasil em outras culturas, tal como o país aparece fixado em obras cinematográficas. Essa é a instalação Still Brazil, de Daniel Jablonski, que a Janaina Torres Galeria exibe na SP Arte 2018, no stand A7, entre 12 e 15 de abril (preview para convidados 11/04). Jablonski é finalista da sexta edição do Prêmio de Residência da SP-Arte.

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Conversa com Renata Pelegrini

março 16, 2018 | Entrevista, Exposições, Renata Pelegrini

A artista Renata Pelegrini, que abre sua primeira individual na Janaina Torres Galeria, em 5 de abril

Dona de um trabalho expressivo em artes plásticas, em que a linha, o desenho, o gesto, a tinta e a cor buscam compor cenários que oscilam entre a paisagem e a abstração, Renata Pelegrini é uma artista reflexiva e cuidadosa. Seus “lugares” refletem a busca serena por um lugar próprio no vasto universo do desenho e da pintura. Conversamos com ela sobre alguns pontos dessa trajetória, que pode ser vista em sua primeira individual na Janaina Torres Galeria, que abre no dia 05 de abril.    

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Paisagens desconstruídas de Renata Pelegrini ganham exposição na Janaina Torres Galeria

março 9, 2018 | Exposições, Notícias, Renata Pelegrini

Renata Pelegrini, Sem título, 2016, Acrílica sobre tela, 120 x 100 cm

A partir do dia 5 de abril, o público poderá conferir de perto a produção recente da pintora na exposição que leva seu nome, realizada pela Janaina Torres Galeria. Com curadoria de Marcelo Salles, a mostra reúne 15 obras da artista – pinturas e desenhos sobre tela, papel e linho. Os trabalhos trazem uma releitura não fidedigna de paisagens e vistas interiores, recriadas a sua maneira, ocupando o hiato que existe entre a representação e a abstração.

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Renata Pelegrini: desenho e pintura, por Marcelo Salles

fevereiro 28, 2018 | Crítica, ensaio, Renata Pelegrini

Renata Pelegrini, Sem título, 2015, Acrílica sobre tela, 120 x 100 cm

Por Marcelo Salles

O livro “Cidades Invisíveis “, de Ítalo Calvino, nos traz a narrativa do comerciante/embaixador Marco Polo ao poderoso conquistador Kublai Khan sobre cidades pelas quais passou em suas viagens pelo vasto império do Khan. Calvino apresenta descrições de cidades inverossímeis compostas por experiências as mais diversas, da literatura das Mil e Uma Noites ao cinema, de viagens e de cidades reais (até onde Veneza pode ser real…), construídas pelas palavras de Marco Polo e reconstruídas por seu ouvinte, Kublai Khan.

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Renata Pelegrini: O enigma da janela, por Taisa Palhares

fevereiro 28, 2018 | Crítica, ensaio, Renata Pelegrini

Renata Pelegrini, Sem título, 2014, Carvão, grafite, giz e nanquim sobre papel, 30 x 40 cm

Por Taisa Palhares

Um dos quadros mais icônicos da pintura do século 20, e que se mantém enigmático até hoje, é a tela Porte-fenêtre à Collioure (1914), de Henri Matisse. A composição, em tons de azulado, verde, cinza, mas predominante preto,  coloca-se entre a representação e a não-representação de um espaço conhecido, vagamente explicado pelo título, sintetizando a relação do artista com a abstração, à qual ele nunca aderiu efetivamente. Assim como em outros trabalhos do pintor francês, desenho e cor vivem em harmonia, ou seja, não há a predominância de um sobre o outro, posto que o objetivo é superar a dicotomia que domina a história da pintura desde o Renascimento.

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