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Janaina Torres Galeria na PARTE 2017

novembro 1, 2017 | Exposições, Feco Hamburger, Feiras, Heleno Bernardi, Kika Levy, Notícias, Sandra Mazzini, Talitha Rossi

Talitha Rossi, Transfusão, 2015, Bordado sobre polaroid, 28 x 24 x 5 cm

Anunciamos com prazer nossa participação na PARTE Feira de Arte Contemporânea 2017, de 8 a 12 de novembro, no clube A Hebraica, em São Paulo (stand A02). Entre os artistas selecionados, estão Feco Hamburger, Heleno Bernardi, Kika Levy, Sandra Mazzini e Thalita Rossi. Saiba mais, abaixo, sobre os trabalhos que estarão presentes no nosso stand. 

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As Miradas de Feco Hamburger. Aproximem-se.

outubro 31, 2017 | Crítica, ensaio, Feco Hamburger, Notícias

Feco Hamburger, Mirada 12, Jato de tinta sobre papel de algodão, aço inox e lente Fresnel, 2017, 30x30x8 cm

Miradas são obras que exploram cosmogonias – e a relação do humano com o universo, através do olhar. Criação do artista Feco Hamburger, aproximam os espectadores da obra, que a exploram, encantados, sob ângulos diversos. Revelam paisagens, cenários e mistérios. Um dos maiores sucessos da carreira desse artista inquieto, conheça as novas Miradas de Feco Hamburger e uma breve descrição do artista sobre as obras.

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Três perguntas para Feco Hamburger

agosto 2, 2017 | Entrevista, Feco Hamburger

Depois do sucesso da exposição “Quando percebi era uma aurora”, que inaugurou a Janaina Torres Galeria (veja imagens aqui), é natural a curiosidade do público crescente do fotógrafo Feco Hamburger sobre seus próximos passos. Fizemos três perguntas a ele sobre como anda seu intenso processo criativo – e o que nos aguarda, felizmente, em breve.  

PERGUNTA:  Depois de explorar o espaço sideral, o que você explora neste momento?
Feco Hamburger: Estou envolvido com o tempo e os deslocamentos da paisagem. Tenho estudado tempos geológicos e astronômicos e cosmogonias que eu não conhecia, como as dos índios amazônicos. É muito interessante ver como o mesmo céu pode ser nomeado e entendido de maneiras tão diferentes. As escalas e métricas, tão presentes, podem ser elásticas, e essa plasticidade dos modelos de mundo tem me interessado. O espaço sideral permanece presente, ainda que as soluções formais sejam novas e acrescidas de novas paisagens base. Há obras novas com experimentações de montagem também.

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Feco Hamburger mira o telescópio, que mira o universo

maio 4, 2017 | Crítica, ensaio, Exposições, Feco Hamburger


Feco Hamburger, Alma IV, Jato de tinta sobre papel de algodão, 40 x 60 cm

Por Agnaldo Farias *

Os limites espaço-temporais da nossa percepção, condenada ao que se alcança com os olhos e ouvidos confinados num horizonte circular e fincados no presente, geram como reação o fabrico de mapas e modelos de toda ordem.

Nada mais que a expressão de um desejo atávico pelo controle das coisas, sejam elas aéreas, territoriais, geográficas, políticas, corpos biológicos; o impulso transborda sobre o corpo do mundo, no que dele é visível e invisível, e vai muito além dele.

(veja obras da exposição de Feco Hamburger na Janaina Torres Galeria, aqui)

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Feco Hamburger está só

outubro 26, 2016 | Exposições, Feco Hamburger

Por Diógenes Moura *

O tempo-tempo. Uma obsessão quase científica. O fotógrafo diz que o mundo “é para os fortes”. Por isso, as galáxias. Por isso a natureza-natureza, o homem-mar sobre a rocha-mirante. A fotografia se desloca. O que vai além será sempre a nossa busca diante da solidão cósmica. O tempo-tempo inserido nas ondas das antenas parabólicas. Por isso as repetições. O fotógrafo respira. Repete. Repete. A imagem já não basta. O objeto ultrapassa a mancha fotográfica. A espera derrete segundos. O que esse homem quer dizer? Ele sugere Deus e logo em seguida o apaga. Num corpo invisível observa o universo a partir de uma antena-chaise-longue. Seu astronauta é um homem que também é uma miniatura, uma espécie de super-herói sem retorno. Sim, o mundo “é para os fortes”. Deixe disso. O mundo é para os que sabem enxergar. Ver já não basta. Fotografia já não basta. A garra da traquitana, esse esqueleto de aço-negativo na extremidade poderá modificar o pensamento: diodo emissor de luz, pinças, filme 35mm, ET CETERA assim por diante, os demais, o restante. Fotografia, apenas fotografia já não basta. Ciência versus metáfora. Os Deuses estão exaustos. Feco Hamburger está só.

* Diógenes Moura é curador de Quando percebi era uma aurora, exposição de Feco Hamburger

Exposição instigante de Feco Hamburger será inaugurada em 20 de outubro na Janaina Torres Galeria

outubro 20, 2016 | Exposições, Feco Hamburger, Notícias

Com curadoria de Diógenes Moura, Quando percebi era uma aurora traz uma viagem visual contemporânea e consistente, numa galáxia de referências que vão da música de David Bowie às paisagens românticas de Caspar David Friedrich; serão 28 imagens exibidas ao público até o dia 17 de dezembro

São Paulo, outubro de 2016 – O mais novo espaço de arte de São Paulo vai abrir as portas ao público com o pé direito. A exposição escolhida para inaugurar a Janaina Torres Galeria no dia 20 de outubro será uma mostra do fotógrafo Feco Hamburger, um dos mais inventivos e consistentes artistas de sua geração, com curadoria de Diógenes Moura. A escolha de Feco para abrir os trabalhos da galeria foi uma decisão natural para Janaina Torres. “Feco reúne duas qualidades que considero imprescindíveis para um artista: inquietude e consistência. Seu trabalho é articulado com várias áreas do conhecimento, como a Física e a Linguística, e compõe, em seu conjunto, uma narrativa instigante e muito atraente. Ao mesmo tempo, cada peça possui uma força imagética própria. Feco também tem sido um grande parceiro de trabalho”, conta.

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